terça-feira, 3 de novembro de 2009

Matadores de Vampiras Lésbicas - Filme

Matadores de Vampiras Lésbicas: é trash assumido, por isso é bom.
Fontes: a imagem foi retirada do Aposta Filmes, e as informações técnicas eu encontrei no InterFilmes
Título original: Lesbian Vampire Killers
Direção: Phil Claydon
Gênero: Comédia/Horror
O que você recomenda depois disso? Qualquer filme da lendária Hammer
Depois de quase um mês sem postar nada, finalmente ressurjo com uma resenha... e de um filme!
Matadores de Vampiras Lésbicas (ou MVL, como eu vou me referir a ele), é um filme de Terrir, o Terror pra Rir. Existem vários filmes recentes nesse gênero (como Todo Mundo em Pânico) e não vou dizer que MVL é o melhor deles. Sim, é divertido, mas muito da graça dele vem de seu jeitinho trash e de sua dublagem, com participação do João Gordo (que dubla Fletch), que não é lá uma beleza, mas é bastante natural, apesar dele fazer uma voizinha meio estranha pro personagem.
O filme conta a história de Jimmy, um mané que é mais uma vez abandonado pela namorada (pela sétima vez, na verdade...), que, junto com seu amigo desempregado Fletch, partem numa jornada insólita pela Irlanda para esquecerem os problemas e transaremn com umas gatas (sendo essa segunda parte idéia do Fletch).
No entanto, eles acabam parando numa vilazinha amaldiçoada, onde toda mulher virgem, ao completar 18 anos, se torna automaticamente uma vampira. É claro, eles não sabem disso, mas acabam conhecendo um grupo de garotas gostosas... mas eles acabam pegos no fogo cruzado de uma guerra, com direito a pastores com boca suja, uma nerd gostosa e um bando de vampiras lésbicas (daí o título do filme, dã).
Bom, o filme, asicamente, não chega a ser uma bagaça justamente pela falta de noção. Além disso, o que o torna realmente divertido é o fato que ele foi feito para parecer que foi mal-feito. Mesmo assim os efeitos especiais são bons (hmm... tô vendo gente me crucificar por elogiar efeitos especiais simples... XD) e o espírito dos filmes trash aos quais ele faz homenagem (especificamente os da Hammer) é mantido. Quanto à interpretação... bom, eu vi dublado, então não tenho como falar nada, mas a dublagem é muito boa. Tá certo que a dublagem feita pelo João Gordo é bem amadora (como já citei), mas talvez seja exatamente isso que dê graça ao personagem.
Se você quer se divertir sem nenhum compromisso, assista!
Nota definitiva... 3 de 5.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Socrates in Love - Mangá

Socrates in Love: pode o amor sobreviver a tudo?
Fontes: a imagem foi retirada do Koubou, e as informações técnicas estão lá fora.
Baseado na obra de: Kyoichi Katayama
Autora: Kazumi Kazui
Editora Brasileira: JBC
Gênero: Drama/Romance
Há certas histórias que são de partir o coração. São raras essas histórias que podem fazer você chorar de tristeza e aflição e, ao mesmo tempo, terem qualidade: afinal, podemos ver um dramalhão só ao simplesmente ligar a TV na hora da novela, mas e um bom drama?
Já havia ouvido falar de um mangá chamado Socrates in Love em algum lugar, e que era de grande qualidade, além de ter uma história tão tocante que sua desenhista chorou ao desenhá-lo, mas nunca tinha tido a oportunidade de lê-lo, até que eu o adquiri recentemente no estande da JBC na Bienal.
Socrates in Love tinha tudo para ser um dramalhão. Logo no começo, você descobre que Aki, a garota, está morta. Sei, isso é bizarro (afinal, é meio que nem começar pelo fim...), mas é uma importante ferramenta narrativa, já que a história é narrada em flashback.
Durante o flashback de Sakutaro (o namorado da garota), ficamos sabendo que os dois se conheceram durante o Segundo Grau, e descobrimos como se tornaram um casal. No entanto, após atingirem o auge da felicidade, Aki adoece repentinamente... e daí em diante é uma espiral de dor e sofrimento (para o leitor e os personagens) que termina em um final, ao mesmo tempo, edificante, redentor e emocionante. E tudo isso em um só volume.
A obra é baseada no livro que, sem dúvida, merece mesmo ser um best seller: Sekai no Chushin de, Ai o Sakebu, de Kyoichi Katayama. Levando-se em conta que ele já foi transformado também em filme e série, deve ser realmente bom.
O mangá é emocionante. Qualquer um que já se apaixonou consegue entender o que o casal passa, com suas incertezas e paixão. E a dor que Sakutaro sente ao ver a morte inevitável da pessoa que mais ama na vida leva o leitor ao desepero junto com o narrador, e o fim traz o infindável sentimento de saudade de um amor que nunca se apaga.
Leia o livro, assista o filme, assista a série e leia o mangá. Ou faça apenas um deles. Então, me conte, como você se sentiu?
Nota definitiva... 4 de 5.

sábado, 3 de outubro de 2009

The Neverhood - Jogo

Massinha de modelar também serve para fazer um bom jogo.
Fontes: A imagem e informações tecnicas foram retiradas da Wikipédia. (grande novidade)
Empresa: DreamWorks Interactive
Lançamento: 31 de Outubro de 1996
Plataforma: PC (Windows); Playstation (somente a versão japonesa, que foi lançada com o título Klaymen Klaymen)
Gênero: Adventure game, Humor
O que você recomenda depois disso? Monkey Island e outros jogos no mesmo estilo
Embora eu admita que preguiça tenha sido um dos fatores para eu não contribuir com mais frequência, eu admito que também foi falta de estímulo. Já que não tem muitos comentários no blog eu tenho a impressão de escrever para ninguém. Mas como eu sou brasileiro é meu dever não desistir nunca. (nossa, que poético...)
Mas chega de enrolação e vamos direto ao ponto. Uma vez estava eu tentando me lembrar de um dos fragmentos de minha infância, um jogo que eu tive oportunidade de jogar apenas a demo, mas que depois de um tempo eu tinha esquecido quase totalmente dele e depois, quando eu quis jogá-lo de novo, eu esqueci o nome. Mas depois de um "estalo" repentino na memória (e também graças a uma imagem aleatória que vi na internet) eu consegui me lembrar dele. Este jogo é The Neverhood.
O jogo tem um enredo bastante simples. Ele conta a história de Klaymen, um ser curioso que tenta explorar Neverhood, um estranho pequeno mundo que além de colorido é cheio de mistérios, e também salvar o mesmo de um tirano chamado Klogg. Durante sua jornada, Klaymen também descobre mais sobre a origem daquele lugar e também sobre si mesmo.
A jogabilidade é bem tipica dos adventure games, você usa apenas o mouse para controlar Klaymen, clicando nas partes do cenário aonde quer ir e em alguns items que Klaymen pode pegar, e esses itens podem ser usados em alguns quebra-cabeças que são necessários para seguir adiante no jogo. Você também pode coleatar "disquetes" que estão espalhados pelo jogo, que podem ser usados em uma espécie de TV, e juntando todos verá um vídeo da origem de Neverhood e como esse mundo foi dominado por Klogg. (sem contar que pegar todos eles é também importante para um dos quebra-cabeças finais do jogo)
Além do enredo, humor estilo "cartoon" e trilha sonora, um dos maiores atrativos do jogo é a técnica de animação que foi usada para fazê-lo. Os gráficos e cenários são praticamente todos feitos usando massinha de modelar e stop-motion. E um trabalho muito bem feito por sinal, mesmo hoje em dia.
"Se esse jogo é bom então porque eu nunca ouvi falar dele?" alguns podem se perguntar. Bom, eu explico: Embora ele tenha recebido boas críticas, o jogo foi um fracasso comercial, porque na época em que foi lançado o gênero adventure entrou em declínio. Achar uma cópia original desse jogo hoje em dia é uma missão (quase) impossível, mas é possível baixá-lo da internet. (aliás, que jogo você NÃO baixa?)
Para quem gosta desse tipo de jogo, e também de obras bastante diferentes, The Neverhood é garantido.
Nota definitiva... 4 de 5.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Tirando dúvidas

Bom,Huntress, desculpe por demorar tanto pra responder, mas como quase não fazem comentários no blog, é difícil eu verificar se comentaram... XD
Bom, Grimms Mangá é um caso curioso. Na verdade, era um One Shot (mangá de um só volume ou capítulo), mas seu sucesso foi tão imenso que depois foi lançado mais um volume, o Grimms Mangá - Novas Histórias (o qual eu pretendo resenhar em breve), que já foi lançado no Brasil.
Espero que eu tenha tirado sua dúvida, e obrigado por nos ler!
Em breve, uma nova postagem saída da minha mente e das dos meus colaboradores....

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Shin Megami Tensei: Persona 4 - Jogo (PS2)


A abertura do jogo.


O trailer da versão americana.

Shin Megami Tensei: Persona 4- lutando contra você mesmo, você alcançará a verdade!
Título original: Persona 4
Gênero: RPG/Drama/Aventura/Comédia/Romance
Desenvolvedora: Atlus
Ano: 2008
Quando comprei meu PS2, eu pensei que não teria muitos jogos com os quais eu pudesse me divertir. Quer dizer, eu curto muito mais um bom jogo de RPG do que um de pancadaria ou ação, e, pelo que eu via dos jogos de RPG pra PS2, eu ia ficar mesmo era jogando os de PSOne...
Isso até eu conhecer Persona 4.
Já tinha ouvido falar do Persona 3 a alguns anos atrás, mas, como eu não tinha um PS2, ficava complicado jogar. No entanto, posso dizer que foi, de fato, o primeiro RPG que eu joguei no meu próprio PS2!
A trama é interessantíssima: você é um adolescente vindo de uma grande cidade, se mudando para uma cidade do interior para morar por um ano com seu tio, já que seus pais (sempre eles?) foram trabalhar no exterior. Chegando lá, você logo faz amizades, mas se vê envolvido na investigação (amadora) de dois terríveis assassinatos.
Mas isso é só a ponta do iceberg quando você descobre a existência de outro mundo. Dentro da TV. Dentro desse mundo, os heróis devem enfrentar seus segredos mais obscuros, conquistar suas contrapartes e achar o assassino!
(Sem mais delongas, para evitar spoilers.)
O que mais impressiona nesse jogo é, sem dúvida, o sistema de jogo: basicamente, você vive o dia-a-dia de um estudante. Claro, você ainda mete a porrada em monstros e ganha níveis, mas isso é apenas 10% a 20% (!!!) do jogo, graças ao inovador sistema de Social Link.
Esse sistema permite que você se aproxime mais dos NPCs mais (e até menos) importantes do jogo, faça amizade e até namore! E cada um dos personagens tem uma trama própria e emocionante, sempre com pitadas de humor e drama. É um prato cheio pra quem gosta de ler (ou assistir) boas tramas, e joga para acompanhar a história, e não só terminar o jogo.
Mas não é só isso. Conforme você evolui suas amizades, você ganha mais e mais poder, tanto direta quanto indiretamente.
Falando em "indiretamente", uma das mais curiosas formas de evoluir em Persona 4 é através do uso de diferentes Personas. As Personas são as contrapartes conquistadas dos heróis, só que, ao contrário do resto dos personagens, o protagonista pode criar e usar diversas Personas, podendo adquirir diversos tipos de habilidades e atributos não só durante o decorrer do jogo, mas durante uma luta! O poder de cada uma das Personas que você cria tem seu poder influenciado pelos Social Links que você tem. Por exemplo: se você tem nível 5 no Social Link Emperor e cria uma Persona desse tipo, você vai ganhar 2 níveis com essa Persona assim que a criar. Você também recebe novas possibilidades de criação de Personas conforme maximiza os Social Links.
E seus aliados também se tornam mais poderosos! Conforme você ganha níveis no Social Link com eles, eles ganham novas habilidades que são ativadas com uma ação-chave. Por exemplo, toda vez que um dos seus personagens causar um ataque crítico, há a chance de um de seus personagens com Social Link nível 3 realizar um ataque devastador.
Mas não é só a parte de jogabilidade que me agradou. A história é realmente muito boa. Como a trama, apesar de ter um rumo fixo, é bastante maleável (já que é você quem escolhe como vai passar seus dias), não cansa, e apresenta uma nova surpresa quando você já achava que ela tinha estagnado! Mesmo o mais bobo dos Social Links influencia bastante na jogabilidade, já que dá uma nova experiência a cada vez que se joga, mesmo não influenciando na história.
Mas não é só de trama e jogabilidade que se faz um jogo!
Os gráficos são bons, e muitas das Personas ficaram bastante bonitas no 3D (apesar de ainda haver aquelas que ficaram bem melhores na arte conceitual em 2D). O visual do jogo segue muito bem o estilo dos animes, e consegue um ótimo resultado mesmo sem usar o famoso eeito de cell shading. As animações do tipo "cut scene" são bastante interessantes, e me fazem pensar: se já existe um mangá de Persona 3 e 4, e um anime baseado no 3 (Persona - Tinity Soul), por que não um anime baseado no 4?
A trilha do jogo, feita por Shoji Meguro e Shihoko Hirata, é otro dos pontos altos do jogo. Fez uma diferença enorme poder ouvir, durante os combates, uma música com vocal! E a trilha como um todo é um primor de trabalho, ótima para ouvir mesmo depois de terminar o jogo.
O mesmo vale para a dublagem americana do jogo: gostei bastante da dublagem (apesar da dublagem americana costumar ser uma porcaria), e não me dei bem com a dublagem original... bastante estranho.
Agora vão logo jogar, e me deixem matar o último chefe logo... XD
Nota definitiva... 5 de 5.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cromartie High School - Série


Cromartie High School: mais retardado que Excel Saga, juro!
Fontes: a imagem foi retirada do site Anime4Ever, e as informações técnicas da Wikipedia
Título original:
Baseado na obra de:
Eiji Nonaka
Produtora: Production I.G.
Gênero: Comédia
O que você recomenda depois disso? Excel Saga (tão bom quanto)
Prepare-se que lá vem bomba: Takashi Kamiyama é um estudante normal do Ensino Médio que, por algum motivo totalmente desconhecido, foi parar num colégio só com delinqüentes, entre eles Shinjiro Hayashida, que logo se torna seu amigo. Juntos, eles conhecem figuras bizarras como o Gorilla (sim, Cromartie tem como um dos estudantes um gorila), Mechazawa (um robô tosco que age como gente e acha que é um adolescente), Freddie (um sósia do Freddie Mercury, que anda de cavalo dentro da escola) e outras figuras tão caricatas quanto. São 25 episódios, que vão de nenhum lugar a lugar nenhum, com uma média de 10 minutos cada (exceto pelo 25, que tem 25 minutos).
E aí você me pergunta: por que você tá falando dessa porcaria?
Simples: Cromartie High School é uma das melhores séries de humor já feitas. O maior motivo é bem simples: ela não tem um roteiro fixo (como o protagonista tentando terminar os estudos), uma ordem cronológica forte (ei, onde foi mesmo que aquele cara apareceu pela primeira vez?) ou mesmo alguma lógica. Afinal, em Cromartie você encontra todo tipo de "aluno", e os eventos são sem pé nem cabeça.
E esse é o forte da série: o surrealismo. Em um instante um grupo de uma escola rival pode estar sendo atacad por aliens dentro de Cromartie, e no momento seguinte já temos os personagens comentando sobre o fato de Mechazawa ser um robô, tudo com a maior naturalidade.
A série é show. É bastante curta em termos de tempo de episódio, mas isso ajuda a não deixar cansar. Dá pra comparar com Excel Saga, mas Cromartie ainda ganha em total falta de noção. Ela é divertida desde a abertura (que já dá uma noção do tom da série). Perfeita para passar o dia com os amigos que também não têm o que fazer!
Falar de Cromartie realmente não faz muito sentido (por isso a resenha é curta), então assista logo, seu marginal!
Nota definitiva... 5 de 5.

domingo, 9 de agosto de 2009

Grimms Mangá - Mangá

Grimms Mangá: topo, por que não?
Fontes: a imagem foi retirada do Universo Fantástico, e informações mais acertadas do Anime Pró.
Autora: Kei Ishiyama (baseada na obra dos Irmãos Grimm)
Editora brasileira: NewPOP
Gênero: Aventura/Comédia/Romance/Fantasia
Agora que chegou às minhas mãos uma nova edição dessa série, acho interessante comentar sobre essa divertida (e surpreendente) visão das lendas e contos coletados pelos Grimms.
Sim, coletados. Os contos que os Grimm tornaram famosos são histórias de tradição oral (já que a escrita não era comum entre os camponeses de sua época). Esses contos costumavam ter finais cruéis e/ou tristes, e sua finalidade era mais a de educação e lição moral do que entretenimento. Buscando preservá-los através dos séculos, eles pesquisaram e escreveram uma versão de cada conto, já que detalhes mudavam de região para região (sabe como é, "quem conta um conto, aumenta um ponto"). Foram deles as transcrições de A Bela e a Fera, Branca de Neve e Rapunzel, entre outros.
No entanto, com o passar dos séculos, os contos foram amenizados, tendo inclusive finais felizes. E, nesse espírito de mudança, Kei Ishiyama recriou vários contos dos dois irmãos, sendo os do primeiro volume: Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, João e Maria, Os Doze Caçadores e Os Dois Irmãos.
Cada um desses contos foi revisitado, trazendo uma agradável (ou não, isso vai depender de quem lê) surpreza. O Lobo é um jovem encantado com a jovem Chapeuzinho, Rapunzel e seu amado trocaram as bolas, João é um moleque belo (e metido) que encontra uma "bruxa" baita da rica com sua irmã... e, dos Doze Caçadores, sumiram 11! O que, de fato, se manteve mais fiel foi o épico Os Dois Irmãos.
Não, o resultado não foi ruim, pelo contrário! A arte é belíssima, e o roteiro muito bem bolado. As maiores surpresas foram mesmo em Rapunzel e Os Doze Caçadores. A surpresa em Rapunzel não revelo, para não estragar, mas quem não conhece o conto original d'Os Doze Caçadores não vai entender o motivo do título. Isso me deixou um pouco chateado.
Mas o meu favorito foi mesmo o Os Dois Irmãos. A saga se manteve com o espírito de aventura, mesmo reduzida e resumida. Li uma transcrição fiel de algumas décadas atrás e me diverti bastante, e fico feliz que essa versão seja tão divertida quanto.
Grimms Mangá é um dos melhores mangás já traduzido e editado por aqui. É um pouco difícil de achar, mas vale todo o esforço.
Nota definitiva... 4 de 5.