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terça-feira, 3 de novembro de 2009

Matadores de Vampiras Lésbicas - Filme

Matadores de Vampiras Lésbicas: é trash assumido, por isso é bom.
Fontes: a imagem foi retirada do Aposta Filmes, e as informações técnicas eu encontrei no InterFilmes
Título original: Lesbian Vampire Killers
Direção: Phil Claydon
Gênero: Comédia/Horror
O que você recomenda depois disso? Qualquer filme da lendária Hammer
Depois de quase um mês sem postar nada, finalmente ressurjo com uma resenha... e de um filme!
Matadores de Vampiras Lésbicas (ou MVL, como eu vou me referir a ele), é um filme de Terrir, o Terror pra Rir. Existem vários filmes recentes nesse gênero (como Todo Mundo em Pânico) e não vou dizer que MVL é o melhor deles. Sim, é divertido, mas muito da graça dele vem de seu jeitinho trash e de sua dublagem, com participação do João Gordo (que dubla Fletch), que não é lá uma beleza, mas é bastante natural, apesar dele fazer uma voizinha meio estranha pro personagem.
O filme conta a história de Jimmy, um mané que é mais uma vez abandonado pela namorada (pela sétima vez, na verdade...), que, junto com seu amigo desempregado Fletch, partem numa jornada insólita pela Irlanda para esquecerem os problemas e transaremn com umas gatas (sendo essa segunda parte idéia do Fletch).
No entanto, eles acabam parando numa vilazinha amaldiçoada, onde toda mulher virgem, ao completar 18 anos, se torna automaticamente uma vampira. É claro, eles não sabem disso, mas acabam conhecendo um grupo de garotas gostosas... mas eles acabam pegos no fogo cruzado de uma guerra, com direito a pastores com boca suja, uma nerd gostosa e um bando de vampiras lésbicas (daí o título do filme, dã).
Bom, o filme, asicamente, não chega a ser uma bagaça justamente pela falta de noção. Além disso, o que o torna realmente divertido é o fato que ele foi feito para parecer que foi mal-feito. Mesmo assim os efeitos especiais são bons (hmm... tô vendo gente me crucificar por elogiar efeitos especiais simples... XD) e o espírito dos filmes trash aos quais ele faz homenagem (especificamente os da Hammer) é mantido. Quanto à interpretação... bom, eu vi dublado, então não tenho como falar nada, mas a dublagem é muito boa. Tá certo que a dublagem feita pelo João Gordo é bem amadora (como já citei), mas talvez seja exatamente isso que dê graça ao personagem.
Se você quer se divertir sem nenhum compromisso, assista!
Nota definitiva... 3 de 5.

sábado, 3 de outubro de 2009

The Neverhood - Jogo

Massinha de modelar também serve para fazer um bom jogo.
Fontes: A imagem e informações tecnicas foram retiradas da Wikipédia. (grande novidade)
Empresa: DreamWorks Interactive
Lançamento: 31 de Outubro de 1996
Plataforma: PC (Windows); Playstation (somente a versão japonesa, que foi lançada com o título Klaymen Klaymen)
Gênero: Adventure game, Humor
O que você recomenda depois disso? Monkey Island e outros jogos no mesmo estilo
Embora eu admita que preguiça tenha sido um dos fatores para eu não contribuir com mais frequência, eu admito que também foi falta de estímulo. Já que não tem muitos comentários no blog eu tenho a impressão de escrever para ninguém. Mas como eu sou brasileiro é meu dever não desistir nunca. (nossa, que poético...)
Mas chega de enrolação e vamos direto ao ponto. Uma vez estava eu tentando me lembrar de um dos fragmentos de minha infância, um jogo que eu tive oportunidade de jogar apenas a demo, mas que depois de um tempo eu tinha esquecido quase totalmente dele e depois, quando eu quis jogá-lo de novo, eu esqueci o nome. Mas depois de um "estalo" repentino na memória (e também graças a uma imagem aleatória que vi na internet) eu consegui me lembrar dele. Este jogo é The Neverhood.
O jogo tem um enredo bastante simples. Ele conta a história de Klaymen, um ser curioso que tenta explorar Neverhood, um estranho pequeno mundo que além de colorido é cheio de mistérios, e também salvar o mesmo de um tirano chamado Klogg. Durante sua jornada, Klaymen também descobre mais sobre a origem daquele lugar e também sobre si mesmo.
A jogabilidade é bem tipica dos adventure games, você usa apenas o mouse para controlar Klaymen, clicando nas partes do cenário aonde quer ir e em alguns items que Klaymen pode pegar, e esses itens podem ser usados em alguns quebra-cabeças que são necessários para seguir adiante no jogo. Você também pode coleatar "disquetes" que estão espalhados pelo jogo, que podem ser usados em uma espécie de TV, e juntando todos verá um vídeo da origem de Neverhood e como esse mundo foi dominado por Klogg. (sem contar que pegar todos eles é também importante para um dos quebra-cabeças finais do jogo)
Além do enredo, humor estilo "cartoon" e trilha sonora, um dos maiores atrativos do jogo é a técnica de animação que foi usada para fazê-lo. Os gráficos e cenários são praticamente todos feitos usando massinha de modelar e stop-motion. E um trabalho muito bem feito por sinal, mesmo hoje em dia.
"Se esse jogo é bom então porque eu nunca ouvi falar dele?" alguns podem se perguntar. Bom, eu explico: Embora ele tenha recebido boas críticas, o jogo foi um fracasso comercial, porque na época em que foi lançado o gênero adventure entrou em declínio. Achar uma cópia original desse jogo hoje em dia é uma missão (quase) impossível, mas é possível baixá-lo da internet. (aliás, que jogo você NÃO baixa?)
Para quem gosta desse tipo de jogo, e também de obras bastante diferentes, The Neverhood é garantido.
Nota definitiva... 4 de 5.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Shin Megami Tensei: Persona 4 - Jogo (PS2)


A abertura do jogo.


O trailer da versão americana.

Shin Megami Tensei: Persona 4- lutando contra você mesmo, você alcançará a verdade!
Título original: Persona 4
Gênero: RPG/Drama/Aventura/Comédia/Romance
Desenvolvedora: Atlus
Ano: 2008
Quando comprei meu PS2, eu pensei que não teria muitos jogos com os quais eu pudesse me divertir. Quer dizer, eu curto muito mais um bom jogo de RPG do que um de pancadaria ou ação, e, pelo que eu via dos jogos de RPG pra PS2, eu ia ficar mesmo era jogando os de PSOne...
Isso até eu conhecer Persona 4.
Já tinha ouvido falar do Persona 3 a alguns anos atrás, mas, como eu não tinha um PS2, ficava complicado jogar. No entanto, posso dizer que foi, de fato, o primeiro RPG que eu joguei no meu próprio PS2!
A trama é interessantíssima: você é um adolescente vindo de uma grande cidade, se mudando para uma cidade do interior para morar por um ano com seu tio, já que seus pais (sempre eles?) foram trabalhar no exterior. Chegando lá, você logo faz amizades, mas se vê envolvido na investigação (amadora) de dois terríveis assassinatos.
Mas isso é só a ponta do iceberg quando você descobre a existência de outro mundo. Dentro da TV. Dentro desse mundo, os heróis devem enfrentar seus segredos mais obscuros, conquistar suas contrapartes e achar o assassino!
(Sem mais delongas, para evitar spoilers.)
O que mais impressiona nesse jogo é, sem dúvida, o sistema de jogo: basicamente, você vive o dia-a-dia de um estudante. Claro, você ainda mete a porrada em monstros e ganha níveis, mas isso é apenas 10% a 20% (!!!) do jogo, graças ao inovador sistema de Social Link.
Esse sistema permite que você se aproxime mais dos NPCs mais (e até menos) importantes do jogo, faça amizade e até namore! E cada um dos personagens tem uma trama própria e emocionante, sempre com pitadas de humor e drama. É um prato cheio pra quem gosta de ler (ou assistir) boas tramas, e joga para acompanhar a história, e não só terminar o jogo.
Mas não é só isso. Conforme você evolui suas amizades, você ganha mais e mais poder, tanto direta quanto indiretamente.
Falando em "indiretamente", uma das mais curiosas formas de evoluir em Persona 4 é através do uso de diferentes Personas. As Personas são as contrapartes conquistadas dos heróis, só que, ao contrário do resto dos personagens, o protagonista pode criar e usar diversas Personas, podendo adquirir diversos tipos de habilidades e atributos não só durante o decorrer do jogo, mas durante uma luta! O poder de cada uma das Personas que você cria tem seu poder influenciado pelos Social Links que você tem. Por exemplo: se você tem nível 5 no Social Link Emperor e cria uma Persona desse tipo, você vai ganhar 2 níveis com essa Persona assim que a criar. Você também recebe novas possibilidades de criação de Personas conforme maximiza os Social Links.
E seus aliados também se tornam mais poderosos! Conforme você ganha níveis no Social Link com eles, eles ganham novas habilidades que são ativadas com uma ação-chave. Por exemplo, toda vez que um dos seus personagens causar um ataque crítico, há a chance de um de seus personagens com Social Link nível 3 realizar um ataque devastador.
Mas não é só a parte de jogabilidade que me agradou. A história é realmente muito boa. Como a trama, apesar de ter um rumo fixo, é bastante maleável (já que é você quem escolhe como vai passar seus dias), não cansa, e apresenta uma nova surpresa quando você já achava que ela tinha estagnado! Mesmo o mais bobo dos Social Links influencia bastante na jogabilidade, já que dá uma nova experiência a cada vez que se joga, mesmo não influenciando na história.
Mas não é só de trama e jogabilidade que se faz um jogo!
Os gráficos são bons, e muitas das Personas ficaram bastante bonitas no 3D (apesar de ainda haver aquelas que ficaram bem melhores na arte conceitual em 2D). O visual do jogo segue muito bem o estilo dos animes, e consegue um ótimo resultado mesmo sem usar o famoso eeito de cell shading. As animações do tipo "cut scene" são bastante interessantes, e me fazem pensar: se já existe um mangá de Persona 3 e 4, e um anime baseado no 3 (Persona - Tinity Soul), por que não um anime baseado no 4?
A trilha do jogo, feita por Shoji Meguro e Shihoko Hirata, é otro dos pontos altos do jogo. Fez uma diferença enorme poder ouvir, durante os combates, uma música com vocal! E a trilha como um todo é um primor de trabalho, ótima para ouvir mesmo depois de terminar o jogo.
O mesmo vale para a dublagem americana do jogo: gostei bastante da dublagem (apesar da dublagem americana costumar ser uma porcaria), e não me dei bem com a dublagem original... bastante estranho.
Agora vão logo jogar, e me deixem matar o último chefe logo... XD
Nota definitiva... 5 de 5.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Cromartie High School - Série


Cromartie High School: mais retardado que Excel Saga, juro!
Fontes: a imagem foi retirada do site Anime4Ever, e as informações técnicas da Wikipedia
Título original:
Baseado na obra de:
Eiji Nonaka
Produtora: Production I.G.
Gênero: Comédia
O que você recomenda depois disso? Excel Saga (tão bom quanto)
Prepare-se que lá vem bomba: Takashi Kamiyama é um estudante normal do Ensino Médio que, por algum motivo totalmente desconhecido, foi parar num colégio só com delinqüentes, entre eles Shinjiro Hayashida, que logo se torna seu amigo. Juntos, eles conhecem figuras bizarras como o Gorilla (sim, Cromartie tem como um dos estudantes um gorila), Mechazawa (um robô tosco que age como gente e acha que é um adolescente), Freddie (um sósia do Freddie Mercury, que anda de cavalo dentro da escola) e outras figuras tão caricatas quanto. São 25 episódios, que vão de nenhum lugar a lugar nenhum, com uma média de 10 minutos cada (exceto pelo 25, que tem 25 minutos).
E aí você me pergunta: por que você tá falando dessa porcaria?
Simples: Cromartie High School é uma das melhores séries de humor já feitas. O maior motivo é bem simples: ela não tem um roteiro fixo (como o protagonista tentando terminar os estudos), uma ordem cronológica forte (ei, onde foi mesmo que aquele cara apareceu pela primeira vez?) ou mesmo alguma lógica. Afinal, em Cromartie você encontra todo tipo de "aluno", e os eventos são sem pé nem cabeça.
E esse é o forte da série: o surrealismo. Em um instante um grupo de uma escola rival pode estar sendo atacad por aliens dentro de Cromartie, e no momento seguinte já temos os personagens comentando sobre o fato de Mechazawa ser um robô, tudo com a maior naturalidade.
A série é show. É bastante curta em termos de tempo de episódio, mas isso ajuda a não deixar cansar. Dá pra comparar com Excel Saga, mas Cromartie ainda ganha em total falta de noção. Ela é divertida desde a abertura (que já dá uma noção do tom da série). Perfeita para passar o dia com os amigos que também não têm o que fazer!
Falar de Cromartie realmente não faz muito sentido (por isso a resenha é curta), então assista logo, seu marginal!
Nota definitiva... 5 de 5.

domingo, 9 de agosto de 2009

Grimms Mangá - Mangá

Grimms Mangá: topo, por que não?
Fontes: a imagem foi retirada do Universo Fantástico, e informações mais acertadas do Anime Pró.
Autora: Kei Ishiyama (baseada na obra dos Irmãos Grimm)
Editora brasileira: NewPOP
Gênero: Aventura/Comédia/Romance/Fantasia
Agora que chegou às minhas mãos uma nova edição dessa série, acho interessante comentar sobre essa divertida (e surpreendente) visão das lendas e contos coletados pelos Grimms.
Sim, coletados. Os contos que os Grimm tornaram famosos são histórias de tradição oral (já que a escrita não era comum entre os camponeses de sua época). Esses contos costumavam ter finais cruéis e/ou tristes, e sua finalidade era mais a de educação e lição moral do que entretenimento. Buscando preservá-los através dos séculos, eles pesquisaram e escreveram uma versão de cada conto, já que detalhes mudavam de região para região (sabe como é, "quem conta um conto, aumenta um ponto"). Foram deles as transcrições de A Bela e a Fera, Branca de Neve e Rapunzel, entre outros.
No entanto, com o passar dos séculos, os contos foram amenizados, tendo inclusive finais felizes. E, nesse espírito de mudança, Kei Ishiyama recriou vários contos dos dois irmãos, sendo os do primeiro volume: Chapeuzinho Vermelho, Rapunzel, João e Maria, Os Doze Caçadores e Os Dois Irmãos.
Cada um desses contos foi revisitado, trazendo uma agradável (ou não, isso vai depender de quem lê) surpreza. O Lobo é um jovem encantado com a jovem Chapeuzinho, Rapunzel e seu amado trocaram as bolas, João é um moleque belo (e metido) que encontra uma "bruxa" baita da rica com sua irmã... e, dos Doze Caçadores, sumiram 11! O que, de fato, se manteve mais fiel foi o épico Os Dois Irmãos.
Não, o resultado não foi ruim, pelo contrário! A arte é belíssima, e o roteiro muito bem bolado. As maiores surpresas foram mesmo em Rapunzel e Os Doze Caçadores. A surpresa em Rapunzel não revelo, para não estragar, mas quem não conhece o conto original d'Os Doze Caçadores não vai entender o motivo do título. Isso me deixou um pouco chateado.
Mas o meu favorito foi mesmo o Os Dois Irmãos. A saga se manteve com o espírito de aventura, mesmo reduzida e resumida. Li uma transcrição fiel de algumas décadas atrás e me diverti bastante, e fico feliz que essa versão seja tão divertida quanto.
Grimms Mangá é um dos melhores mangás já traduzido e editado por aqui. É um pouco difícil de achar, mas vale todo o esforço.
Nota definitiva... 4 de 5.

domingo, 26 de julho de 2009

Densha Otoko - Mangá

Densha Otoko: todo nerd tem uma esperança!
Fontes: a capa da edição americana foi retirada do Train Man: Densha Otoko
Título original: Densha Otoko (Homem do Trem)
Autor: Hidenori Hara
Gêneros: Romance/Comédia
Depois de 2 semanas sem postar nada, graças a um ótimo jogo (Persona 4, assim que terminar eu resenho) e dúzias de revistas e mangás para ler, finalmente volto para postar... e não é só isso: é a postagem número 50 do meu blog! Ou, pelo menos, do atual...
Densha Otoko tem uma premissa bem simples e divertida: o amor muda as pessoas! Tudo começa quando o jovem nerd conhecido como Densha-Otoko salva uma bela jovem de ser agredida por um bêbado em um trem. Quase sendo agredido pelo mesmo, Densha é ajudado por outros passageiros, e é tido como um verdadeiro herói! E ainda tem mais: ele chama a atenção da moça, que lhe pede seu telefone e, depois, lhe envia um presente de agradecimento...
Densha não sabe como reagir, e, de repente, se vê pedindo conselhos a estranhos no 2CH, um dos maiores fóruns on-line do Japão! No entanto, ao invés de tirarem uma com a cara do rapaz ou de estranharem, todos dão sua contribuição para que Densha seja feliz. A mulher passa a ser chamada de Hermes-san, graças à marca das (caras) xícaras de chá que deu a Densha, e Densha
passa a ser aconselhado de que modo deve agir para conquistar o amor de Hermes.
À primeira vista, Densha Otoko parece ser só uma daquelas comédias românticas cássicas do "rapaz que nunca namorou descola uma gata, mas nem sabe o que fazer", mas Densha Otoko inova desde o início: o fato realmente aconteceu! O autor do livro, teoricamente conhecido como Naka no Hito, se inspirou no fato real narrado no já citado forum, mas cujo desfecho é desconhecido. Daí, ele resolveu inventar em cima do que teria acontecido.
O livro foi um verdadeiro sucesso de vendas, e deu origem a mangás, livros, séries e filmes! Mas nã é para menos, já que Densha Otoko é uma história tocante. É impossível uma pessoa que já tenha se apaixonado não conseguir se identificar com o drama do protagonista e as barreiras que, uma a uma, ele vai transpondo com ajuda dos amigos do fórum.
Densha Otoko é para aqueles que ainda têm fá na humanidade e no amor, mas que também curtem um bom romance. Deliciem-se com essa história.
(Dica: você pode encontrar o mangá completo da resenha no One Manga, uma das maiores bibliotecas on-line de mangá que conheço)
Nota definitiva... 4 de 5.

domingo, 7 de junho de 2009

Arrebentando em Nova York - Filme

Arrebentando em Nova York: Jack Chan, sinal de qualidade. Ou pelo menos era.
Fontes: as informações mais cabulosas saíram da Wikipédia, e a imagem do Omelete.
Título original: Hong Kaan Fui
Direção: Stanley Tong
Gênero: Ação/Comédia/Artes Marciais
Sabe, quem vê hoje um filme de Jack Chan como O Medalhão ou A Volta ao Mundo em 80 Dias não sabe que o ator-roteirista-dublê-diretor fez dezenas de grandes pérolas como A Hora do Rush. E Arrebentando em Nova York é uma delas.
O filme conta a história de Keung, um jovem chinês que vai para o Bronx ajudar seu tio, que está para se casar. No entanto, ao tentar um roubo no mercadinho do tio, Keung se envolve num confronto com uma gangue local. Quando a gangue resolve se vingar dele, ele conhece a bela Nancy, que o socorre, mas acaba se vendo envolvido com um roubo de jóias...
Arrebentando em Nova York é um clássico da Sessão da Tarde, extremamente divertido. Jack está perfeito em um papel que se tornou um clássico seu: o cara legal e boa-pinta que ajuda todo mundo, arranja uma encrenca e acaba virando o jogo. Com o tempo, esse personagem virou um clichê, mas foi o carisma de Chan que tornou isso um aspecto positivo e o fez emplacar uma carreira nos EUA.
O que também impressiona no filme é o fato que Chan dispensou qualquer tipo de dublê durante as filmagens, o que lhe resultou num pé quebrado e em ter de trabalhar de gesso até o fim do filme! Isso é força de vontade... XD
O roteiro é bem simples, fácil de acompanhar e rico em humor. Também é incomparável aos filmes de humor e ação e comédia que vemos hoje, com uma qualidade de roteiro e congruência altas. Claro que tem umas cenas bem nonsense, mas são elas que dão o toque final à essa aventura.
Se você quer se divertir vendo uma comédia com muita ação, é só procurar esse filme na locadora!
Nota definitiva... 4 de 5.

domingo, 26 de abril de 2009

Stallone Cobra - Filme

Stallone Cobra: o crime é uma doença, e Cobretti é a cura!
Fontes: o pôster saiu do DVD Commentaries, a os detalhes técnicos da Wikipédia.
Título original: Cobra
Direção: George Pan Cosmatos
Baseado na obra: The Fair Game, de Paula Gosling
Gênero: Ação/Comédia (involuntária)
O que você recomenda depois disso? Comando para Matar
Tenho saudades da época que não tinha esse papo de "politicamente correto". Rambo invadia o Vietnã, dava tiro em todo mundo e não tinha incidente internacional, assim como o Braddock, e a galera do Porky's fazia piada bizarra sobre sexo sem ter tanta discussão sobre "a sexualidade dos jovens". Resolvi resgatar um desses filmes da minha lembrança, e ele é Stallone Cobra.
O filme conta a história de Cobretti, um policial mal-encarado e acostumado a jogar duro com os criminosos, que faz parte do Esquadrão Zumbi (um grupo de policiais como ele), que é designado para proteger a jovem modelo Ingrid, que é a única testemunha de uma série de crimes brutais cometidos por uma misteriosa seita. Ufa! Resumi a trama em uma só frase.
O charme do filme é imortal. Cobretti pode parecer um "Capitão Nascimento Genérico", mas seu grande diferencial é que ele surgiu quase 2 décadas antes. Certa vez li uma crítica desse filme em que o crítico disse que é uma "visão fascista do combate ao crime", mas creio que, como exercício cinematográfico, é muito bem-vindo.
Mas o maior destaque vai para a dublagem brasileira. Com diversos cacos bem encaixados (como o famoso "Você é um cocô, eu não negocio com cocô") e divertidos, o bom humor impagável de Stallone fica ainda mais destacado.
Um outro grande destaque é que o filme foi roteirizado por... Sylvester Stallone! Já não é novidade o talento do ator como roteirista e diretor (sim, eu falo sério... ele devia deixar de atuar para dirigir!), mas é interessante ver a quantos anos ele já conseguia criar histórias divertidas.
O filme é fácil de achar nauqelas pilhas de DVDs baratinhos em grandes lojas, e é uma verdadeira jóia, mas dê preferência à versão dublada.
Três últimas curiosidade: o carro de Cobretti pertencia ao próprio Stallone (a produção do filme encomendou várias réplicas para as cenas de perseguição), Brigitte Nielsen era esposa de Stallone na época e o livro que deu origem a esse filme ainda deu origem a outro filme, Atração Explosiva (um verdadeiro bagulho em termos de filme...).
Perfeito pra reunir os amigos à noite e dar muitas risadas!
Nota definitiva... 4 de 5.

sábado, 7 de março de 2009

House - Série

House: se você está doente, vai querer ele como médico. Ou não...
Fontes: aquela fonte e o Entenda Cada Lance.
Título original: House, M.D.
Criação de: David Shore
Gênero: Drama/Comédia
Bom, graças à uma obra na sala da minha casa (justamente onde fica meu PC), fiquei um bom tempo sem postar. Mas agora resolvi falar de House com o pouco tempo que tenho.
House conta as doideiras do dia-a-dia do insano (e brilhante) médico especializado em nefrologia e infectologia chamado Gregory House. No entanto, House pode ser chamado de louco justamente por seus métodos nada ortodoxos de diagnóstico e seu vício em remédio de combate à dor (graças a um acidente de moto); além disso, ao contrário da maioria dos médicos, House prefere ficar longe (física e emocionalmente) de seus pacientes: segundo o próprio, isso o ajuda a economizar tempo para resolver os problemas de saúde dos mesmos (o que acaba se mostrando verdade na maioria das vezes!). Outra marca registrada dele é seu eterno mau-humor e falta de noção: mais de uma vez por episódio (!), House acaba fazendo um dos membros de sua equipe passar por alguma humilhação...
Mas não só de House vive a série. Para manter sua cabeça (e seu emprego) no lugar, temos Lisa Cuddy, diretora do hospital e endocrinologista, ex-namorada e (talvez) amiga de House, e James Wilson, melhor amigo do doutor e oncologista. E como nenhum homem é uma ilha, temos os membros da equipe chefiada por House: Robert Chase (que está no grupo por ser facilmente manipulável, especializado em medicina intensiva), Allison Cameron (House admite que a contratou por ser uma mulher atraente!!! É brilhante e trata bem seus pacientes, é imunologista) e Eric Foreman (grande neurologista, contratado por House por ter sido um delinqüente durante a juventude, o que acaba realmente ajudando em alguns casos; se parece mais com House do que gostaria...).
A série tem um esquema básico, onde o "vilão" da semana é sempre uma doença misteriosa, rara ou simplesmente difícil de diagnosticar. Como essa é exatamente a especialidade de House, esses casos sempre caem nas mãos do doutor. Mas se a estrutura é básica, seu recheio não o é: House sempre confronta os seus pacientes com seus próprios erros (apesar de nem sempre funcionar...), apela a métodos de tratamento e diagnóstico anti-éticos e pressiona, humilha e (por que não?) enlouquece seus amigos e colegas...
No entanto, esse é o charme da série!
Fica difícil não assistir até o final de um episódio sequer, afinal, por mais nojenta que seja a situação em que a equipe de House se encontra, sempre nos atiça mais e mais a curiosidade. Outro fator chave na série é o relacionamento de House com as pessoas que o cercam: por mais que House seja anti-social, ele é obrigado a conviver com outras pessoas, e é seu ponto de vista (muitas vezes bizarro, excessivamente sincero e distorcido, além de mau-humorado) que dá o tom à série: se fosse um médico comum resolvendo casos estranhos, não teria a mesma graça.
House é ótimo, então se renda e assista!
Nota definitiva... 5 de 5.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Rozen Maiden - TV

Rozen Maiden: da próxima vez que você ver alguém brincando com bonecas, pense duas vezes antes de zoar...
Fontes: a Wikipédia, claro
Título original: Rozen Maiden
Baseado na obra de: PEACH-PIT
Direção: Mamoru Matsuo
Gênero: Aventura/Fantasia
Tem certos animes e mangás que você não faz a mínima idéia do porque deles terem sido criados. Hamsters falantes e inteligentes, dramas psicológicos, histórias sado-masoquistas... todo tipo de coisa!
Uma boa parte desses animes é bastante interessante: afinal, você pode se ver bastante surpreso por uma história que você nem fazia idéia de que era tão boa, principalmente porque a tal história não é festejada em eventos de anime e em revistas especializadas (ao contrário do "ninja de laranja", que nem é tão bom mas atrai bastante público...). Um exemplo disso é Rozen Maiden.
A história começa quando conhecemos Jun Sakurada, um jovem que vive isolado em sua casa com sua irmã e coleciona "itens místicos", como bonecos-vudu, óculos de "visão de raios-x" e todo o tipo de besteira.
Mas Jun se isola do mundo não porque é um vagabundo, mas sim por estar doente. Jun sofre de hikikomori, uma doença mental que afeta muitos jovens nos tempos modernos, devido a um trauma (trauma esse explicado mais tarde na série). Com isso, ele acaba desenvolvendo esse estranho hobby para passar o tempo.
Um belo dia, Jun assina um contrato que vai mudar sua vida. Esse contrato era um de seus novos "brinquedos" e, sendo de graça, ele tratou logo de assinar! Ao fazer o que foi dito no contrato, Jun encontra em seu quarto uma caixa de madeira. E dentro dela, uma boneca.
Quando Jun dá corda na dita-cuja ela, literalmente, cria vida! E a primeira coisa que ela faz é estapear a cara do garoto, já que ele havia olhado embaixo do vestido dela...
Após um violento combate, onde a vida de Jun acaba correndo perigo e ele é obrigado a aceitar um acordo com a boneca (que se chama Shinku), Jun descobre a verdade sobre a boneca.
Shinku é uma Rozen Maiden. As Rozen Maidens são bonecas vivas, com personalidade própria, que foram criadas por um homem chamado Rozen, que tinha por objetivo criar a garota perfeita, Alice. Após criar várias bonecas e falhar, Rozen teve a "brilhante" idéia de fazê-las lutar entre si, para que apenas uma sobrasse e, com os espíritos e habilidades de todas as outras, se tornasse Alice. A esse "torneio" se dá o nome de Jogo de Alice.
Durante a série, conhecemos mais Jun e sua irmã, Nori, além de Tomoe Kashiwaba, colega de classe de Jun. Também surgem outras Rozen Maidens: Hina Ichigo (a mais fofinha e inocente da Maidens, acredita no que for dito a ela!), Suiseiseki (completamente psicótica e assustadiça, protagoniza os melhores momentos de humor da série com Hina Ichigo, além de ser um personagem-símbolo da série), Souseiseki (a personagem mais centrada e séria da série, sempre é arrastada para as doideiras de sua irmã gêmea, Suisei) e Suigintou (a boneca que, de fato, começa o Jogo de Alice nos dias de hoje; é perigosa, e guarda um grande segredo). Na segunda temporada (Träumend - Sonho, em alemão), surgem também Kanaria (que se diz a "mais inteligente das Maidens", mas nunca prova isso, sendo bastante atrapalhada e rendendo bons risos) e Barasuishou (uma misteriosa boneca, de quem quase nada se sabe).
O que realmente atrai em Rozen Maiden é o perfil psicológico de cada uma das bonecas e seu relacionamento com Jun: cada uma tem uma maneira bem peculiar de lidar com ele, e isso é bastante explorado na primeira temporada. Nessa mesma temporada, tamém é bastante explorado o próprio trauma de Jun e como ele lida com isso, além de como ele lida com as próprias bonecas e suas "insanidades". Enquanto isso, a segunda temporada se centra mais no Jogo de Alice.
Também é interessante notar as referências ao livro Alice no País dos Espelhos (as Rozen Maidens entram nos seus "campos de batalha" através de superfícies espelhadas, o próprio nome da "competição"...) e o tratamento do perfil psicológico de cada um dos personagens, além de uma certa subversão do "estilo Pokémon" de anime (afinal, os servos são os humanos, e as bonecas as mestras!) e do humor nonsense de diversos episódios.
Imperdível pra quem quer uma novidade.
Nota definitiva... 4 de 5.

domingo, 25 de janeiro de 2009

Curtindo a Vida Adoidado - Filme

Curtindo a Vida Adoidado: SALVE FERRIS!!!
Fontes: a imagem é uma foto da edição brasileira do DVD comemorativo do filme, enquanto as informações técnicas e mais específicas saíram da Wikipédia.
Título original: Ferris Bueller's Day Off
Direção e roteiro: John Hughes
Gênero: Comédia
Faz um ou dois meses, eu comprei um filme genial que, por um acaso, achei no meu trabalho e fez parte (e ainda faz!) da minha juventude: Curtindo a Vida Adoidado. É impossível esquecer esse clássico, que sempre é reprisado pelo menos 1 vez por ano pela Globo, e é por isso que resolvi escrever sobre ele aqui.
Pra quem não conhece a trama, o filme conta um dia na vida do jovem Ferris Bueller, um estudante-padrão do Ensino Médio americano. Ou quase comum: Ferris tem a incrível habilidade de escapar das aulas e de seus pais sem nenhuma suspeita e com incrível desenvoltura, e ainda levar seus amigos com ele!
Esse dia, em especial, é mágico. É a nona vez que Bueller mata aula fingindo que está doente, e suas desculpas (e também o ano letivo) estão acabando. Para fazer esse dia valer a pena, Ferris chama seu amigo maníaco-depressivo Cameron Frye (que, na verdade, é o motivo pelo qual Ferris está matando aula, já que Ferris acredita que Cameron não vai ter uma vida adulta muito legal) e sua namorada Sloane Peterson (que ele não acredita que vá ficar junto dela depois do colegial). No entanto, para ter um dia perfeito, os três têm que escapar das garras do (pirado) diretor da escola, Ed Rooney!
Curtindo a Vida Adoidado é, com certeza, o mais famoso (e melhor) filme de Matthew Broderick, sendo que até as gerações mais novas têm admiração por esse filme. Mas não é pra menos: esse filme é uma ode à liberdade. À primeira vista, os personagens parecem estar só matando aula por mais um dia, mas eles também estão aproveitando o que seriam os últimos dias de sua liberdade. Afinal, assim que se formarem, serão obrigados a adentrar no mundo adulto, e nada mais será como antes. E essa é uma situação com a qual todos nós, que hoje somos adultos, já nos confrontamos. Mas, diga a verdade, você nunca quis viver a vida, por pelo menos um dia, do jeito que você queria?
Nota definitiva... 5 de 5.

domingo, 18 de janeiro de 2009

Rebobine, por Favor - Filme

Rebobine, por Favor: porque você também já quiz fazer uma versão de algum filme!
Fontes: a imagem veio do Cine 365, e as informações gerais e técnicas, do Cine Players.
Título original: Be Kind Rewind
Direção e roteiro: Michel Gondry
Gênero: Comédia/Drama
O que assistir depois dele? Qualquer coisa, mas numa fita VHS!
Sabe, há coisas na vida da gente que nos deixam com a já famosa nostalgia: primeira namorada, primeiro copo de cerveja, primeiro filme no cinema...
E é exatamente essa nostalgia que me tomou de assalto quando assisti esse filme.
Nunca havia assistido um filme de Michel Gondry, mas as boas críticas a filmes anteriores (como o famoso Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças) e o fato de ter no elenco os fenomenais Jack Black (Tenacious D, Escola do Rock), Mos Def (16 Quadras) e Danny Glover (a tetralogia Máquina Mortífera) me convenceram a ir até Botafogo, passar do ponto, atravessar um túnel "perigosíssimo" (igual a qualquer parte no mundo... hoje, onde não é perigoso?) e andar um pedação correndo para assistir esse filme, porque quase chego atrasado. Tá certo que eu acabei quase que morrendo de sede, suado e bastante triste com o preço absurdo do ingresso...
Mas aí você pergunta: valeu a pena?
E eu respondo... SIM!!!
A trama é a seguinte... Jerry e Mike são amigos. Jerry é um dono e ferro-velho completamente pirado e que acredita que "eles" (seja lá quem forem) tentam dominar nossas mentes através dos fornos microondas e da central de abastecimento elétrico da cidade, enquanto Mike trabalha em uma das últimas (senão a última) vídeo-locadoras do mundo.
No entanto, os problemas dos dois começam quando o chefe de Mike sai da cidade e deixa a locadora a encargo de Mike. Nesse período, Jerry sofre um acidente que o deixa magnetizado, e quando ele se aproxima das fitas da locadora... bem, lá se vão os filmes!
Vendo que é impossível arranjar os filmes novamente em VHS, Jerry e Mike são obrigados a um último recurso: eles mesmos regravarem os filmes, fazendo os papéis possíveis e se aproximando o que for possível do filme original. E eles regravam desde filmes clássicos, cmo Os Caça-Fantasmas até A Hora do Rush 2 (pois é, imagina Jack Black interpretando Jack Chan!). E quando isso acontece, tudo é possível.
Sabe, assistir Jack Black é sempre um prazer, e Mos Deff faz uma bela dupla com ele. Danny Glover, depois de um belo tempo afastado dos cinemas, também brilha no papel do dono da vídeo-locadora. No entanto, me atreveria a dizer que umas das maiores estrelas do filme são, na verdade, os filmes "suecados": as refilmagens toscas, divertidas e insólitas de 20 minutos que a dupla faz. Se não fosse por eles, o filme não teria nem ao menos razão de ser!
Com um roteiro genial, um elenco ótimo, além de grandes idéias, não perca o seu tempo e assista logo: assim você também vai poder fazer o seu próprio "suecado"!
Nota definitiva... 5 de 5.

Monty Python - Em Busca do Cálice Sagrado --- Filme


"NI!"
Fontes: Imagem e algumas informações técnicas tiradas de... AH! vocês sabem muito bem de onde!
Título original: Monty Python and the Holy Grail
Direção: Terry Gilliam; Terry Jones
Gênero: Humor; Medieval; Fantasia
O que você recomenda depois disso? A Vida de Brian e qualquer outra obra de Monty Python
Eu sei que eu ja tinha falado desse filme no último PatoCast, mas resolvi fazer uma resenha dele mesmo assim.
O filme narra a história de Rei Arthur, em uma jornada em busca de cavaleiros para a sua Távola Redonda, e mesmo depois de algumas dificuldades, ele consegue reunir Sir Bedever o Sábio, Sir Lancelot o Bravo, Sir Galahad o Puro, Sir Robin o Não-tão-bravo-quanto-Sir-Lancelot e o nomeado "Sir Que-não-aparece-neste-filme". A caminho de Camelot eles recebem uma visão divina em que Deus lhes dá a seguinte missão: Encontrar o Cálice Sagrado.
Se tratando de Monty Python, o filme traz muito do "humor inglês", sem contar as várias situações "non-sense" que os personagens passam em sua jornada, e figuras como os Cavaleiros que Dizem "NI" que também aparecem neste filme.
Como um filme de humor, eu digo que isto é um clássico, afinal muito do humor ao longo dos séculos bebeu da fonte de Monty Python, e na minha opinião esse é o melhor filme do grupo (pelo menos eu não encontrei NENHUM ponto fraco no filme). É claro, como sendo um filme BEM velho (da década de 70 praticamente), você não irá encontrar em qualquer locadora, até mesmo a versão em DVD foi difícil de achar.
Mas se achar assista, vale a pena. XD
Nota Definitiva... 5 de 5

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008


PatoCast - Uma Retrospectiva - Pato e Cia.

Bem, devido a alguns problemas o Pato me pediu pra postar o PatoCast no lugar dele, que já tava meio atrasado... Enfim, vamo parar de enrolação e começar essa bagaça.
O tema desse PatoCast é retrospectiva. Já que estamos no final do ano, resolvemos fazer uma retrospectiva do que cada um viu sobre Filmes, Animes, Mangás, Desenhos Animados, HQs, Games e "Coisas Gerais" que conhecemos este ano (2008).
Ah sim, e o motivo de minha ausência é explicado nesse PatoCast... ^^

domingo, 30 de novembro de 2008

A Vida de Brian - Filme

A Vida de Brian: às vezes, não dá pra fazer nada com os limões que a vida te dá... XD
Fontes: o pôster foi retirado do Flickr, e as informações técnicas do lugar de sempre.
Título original: Life of Brian
Direção: Terry Jones
Gênero: Comédia/Histórico
Um belo dia, sem acesso à internet e ao PSOne que tenho usado, lembrei que tinha um filme comigo que eu ainda não tinha visto.
A Vida de Brian é, para quem não conhece, um dos filmes do grupo humorístico inglês Monty Python, um dos melhores grupos de humor do mundo. Alguns comediantes famosos, como John Cleese e Terry Gilliam, fizeram parte do grupo desde o programa de TV Monty Python's Flying Circus até o fim do grupo.
O filme conta a vida de Brian (dãããããããããã...), que é um cara absolutamente comum e sem nada de especial além do fato de que nasceu numa mangedoura bem ao lado da de Jesus, ao mesmo tempo (o que rende uma das melhores cenas do filme, quando os três Reis Magos confundem Brian com Jesus). No entanto, Brian se apaixona por uma mulher, entra para um grupo revolucionário e acaba sendo confundido com um profeta!
É claro, quem se sente facilmente ofendido de forma religiosa não pode assistir esse filme, mas pra todas as outras pessoas que curtem um bom filme de humor, esse é diversão garantida!
Nota Definitiva... 4 de 5.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

A Vida e Aventuras de Juniper Lee - Série

A Vida e Aventuras de Juniper Lee: sim, dessa vez chutei o pau da barraca.
Fontes: tirei algumas informações técnicas daquele lugar que não ouso citar.
Título original: The Life and Times of Juniper Lee
Uma produção "original" de: Cartoon Network
O que você recomenda depois disso? Yu Yu Hakushô
Exibido por: Cartoon Network e SBT
Lá estava eu assistindo TV de manhã em casa quando pensei: ei, nunca falei de uma série animada ocidental. Então, como eu estava assistindo justamente essa série, resolvi falar dela.
Pra começar, fique de sobreaviso: aparentemente a série não têm ligação direta entre os episódios, então pode assistir sem nenhuma preocupação com continuidade.
Pra começar, a série acompanha o (atípico) dia-a-dia de Juniper Lee (June pros amigos), que além de estudar e sair com os amigos, tem que dar um jeito no mundo sobrenatural que a cerca.
June tem o cargo de Te Xuan Ze, cargo esse passado de geração para geração, cujo objetivo é cuidar para que os monstros, criaturas sobrenaturais que convivem conosco normalmente e a gente nem nota. Ou seja, é como se ela fosse uma embaixadora e policial do mundo sobrenatural. Tudo isso sendo só uma adolescente.
Mas, como era de se esperar, June tem ajuda: Ray Ray (seu irmão caçula e hiper-ativo, que tem uma pequena fração de seus poderes, podendo enxergar os monstros como são), Monroe (o cão falante e conselheiro de June... sim, ele é o conselheiro dela) e Jasmine Lee (avó de June, foi a Te Xuan Ze anterior, e ainda pode distribuir muita porrada por aí, do alto de seus 60 anos!).
Além de sua família, June ainda tem amigos que não sabem de seu segredo, como Jody (uma garota tagarela, inteligente e líder de torcida, praticamente o "cérebro" da turma), Ofélia (uma "punk de butique", teimosa e que diz não seguir tendências) e Roger (o Ro, sempre tentando ser descolado mas atrapalhado demais pra isso).
Juniper Lee é uma série indiscutivelmente divertida. O ponto principal não são os conflitos da protagonista com os inúmeros monstros desordeiros que surgem, e sim como ela consegue conciliar seu dia-a-dia de garota comum com sua vida de guardiã do sobrenatural. Como é uma das séries do CN, tem tudo o que pode se esperar de uma série "para garotas" do canal: uma protagonista porradeira, humor, referências pop (como a do filme Coração Valente, no episódio em que surge o pai de Monroe)... para assistir sem medo? Acho que sim.
No entanto, nada tira a sensação de que essa é uma versão light de Yu Yu Hakushô, afinal, temos a "Genkae" (no caso a avó de June), o "Kuabara" (Ray Ray, tão atrapalhado quanto), a "Botan" (Monroe... tá certo que ele é um cachorro , mas...) e os "amigos do Kuabara" (no caso, os amigos da heroína). Mas quem não se incomodar com isso, se diverte pacas. Ou, simplesmente, por parecer uma cópia, acabe sendo tão divertido.
Nota definitiva... 3 de 5.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

PatoCast 2!!! De volta!!!

Patocast 2 - Pato & cia.

Devido a diversas questões pessoais pendentes, fiquei fora da internet por UMA SEMANA! Mas agora estou de volta, e estou postando o PatoCast novamente!
O tema desse PatoCast é adaptação! Desenhos animados virando filmes, filmes virando desenhos animados, filmes baseados em HQs...
Quanto ao ambiente em que ele foi gravado, tava meio barulhento porque foi gravado em um escritório (!!!), tive até que atender telefone...
Aproveitem bem!

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

(TALVEZ!) O pior videoclipe da história da humanidade



Eu na verdade queria postar uma resenha, mas tem tanta coisa que eu quero fazer resenha que eu fico na dúvida, e fuçando o Youtube eu achei algo REALMENTE bizarro. (Resumindo, tô postando pra encher lingüiça)

E NÃO ME PERGUNTEM quem é esse bigodudo que eu não faço a MÍNIMA IDEIA de quem seja.

domingo, 5 de outubro de 2008

One Piece - Mangá


One Piece: em busca do maior tesouro de todos os tempos!
Fontes: a imagem foi retirada do Universal One Piece, e informações técnicas foram encontradas... bem, você sabe onde.
Título Original: One Piece
Autoria de: Eiichiro Oda
Gênero: Aventura/Comédia/Fantasia/Super-Heróis
O que você recomenda depois disso? Piratas do Caribe (sabe como é, filme de pirata...)
One piece é um dos melhores mangás sendo lançados atualmente no Brasil. Por isso mesmo, acho até que demorei para escrever sobre ele aqui no blog, mas vou compensar isso!
A saga toda começa quando Gold Roger, antes de ser executado por crime de pirataria pela marinha, revela que tem um gigantesco tesouro escondido em algum lugar da Grande Rota. Com uma revelação bombástica dessas, Roger consegue seu intento: criar uma nova (senão a maior) era de pirataria!
Anos depois, um garoto chamado Monkey D. Ruffy deseja ser pirata. Seu maior ídolo é o famoso pirata Shanks, que acaba se tornando seu amigo. Por acidente, Ruffy come uma Akuma no Mi (ou Fruto do Diabo), um tipo de fruto que, quando consumido, dá à pessoa que o devorou incríveis poderes! O problema, no entanto, é que quem o come não pode mais flutuar na água...
Durante um incidente, Shanks perde um braço ao salvar Ruffy, mas lhe dá o seu chapéu de palha a Ruffy, e diz que ele deve devolvê-lo quando se encontrarem novamente... na Grande Rota!
Explicando: o mundo de One Piece é realmente coberto de água (arriscaria dizer que cerca de 80% da superfície é coberta de água, 10% a mais que na Terra!), e possui diversas rotas marítimas. A mais perigosa de todas é a Grande Rota, a rota definitiva da pirataria, com as criaturas mais estranhas, maiores tesouros e piratas mais perigosos.
Mas é claro, Ruffy precisa de uma tripulação! Pouco a pouco, ele consegue reunir alguns dos piratas mais estranho, bizarros e divertidos de todos os mares como Zoro, o Caçador de Piratas (um dos melhores espadachins do mundo!); Nami, a Navegadora (mulher bela e ardilosa, mas que se mostra de confiança com o tempo); Usopp, o Faz-Tudo (que faz de tudo dntro do navio mesmo, mas é um mentiroso profissional) e muitas, muuuuuuuuuuuuuitas outras figuraças... todas se juntando ao seu capitão para ir em busca do lendário One Piece!
E, na verdade, o grande atrativo de One Piece é esse mesmo: uma história inusitada, heróis inusitados e um cenário ainda mais inusitado, mas tudo casando tão perfeitamente que não dá pra perceber que, às vezes, vira até bagunça... XD
A impressão que dá é que Oda quis resgatar a emoção e humor presentes no início da saga Dragon Ball, mas a série se sai bem melhor do que outras que tinham mesmo intuito (como Naruto, que parece Dragon Ball Z na sua fase Shippuuden). O roteiro também é muito bem construído: podemos ver que o grupo de Ruffy influencia o mundo à sua volta, e que sua importância aumenta cada vez mais no cenário.
Oda comete alguns erros de vez em quando, é claro, mas isso é um charme a mais de One Piece: ele nunca admite o erro, e sempre dá uma desculpa estapafúrdia (usando até mesmo o recurso de chamar algum personagem da história pra tentar explicar o que aconteceu). Se com a maioria dos autores isso parece ser uma amostra de arrogância, com Oda isso só magnifica o tom humorístico da série.
Excelente mangá, aprovado!
Nota Definitiva... 4 de 5.

segunda-feira, 28 de julho de 2008

Machine Girl - Filme


Machine Girl: perfiro Kill Bill
Fontes: a imagem veio do blog Misfit, e informações técnicas em geral do IMDb.
Título original: Kataude Mashin Gâru
Direção: Noboru Iguchi
Gênero: Super-Heróis/Ação
Tem outra coisa para ver/ler depois? vai ver Sexta-Feira 13, vai...
Fala do quê? Um rapaz é constantemente perseguido pelo filho de um membro de uma família ninja da Yakuza. Um dia, por não levar o dinheiro que era exigido, o rapaz é morto. Devido à fama da família do rapaz (cujos pais cometeram suicídio devido à uma falsa acusação de assassinato), sua irmã, Ami Hyuga, se vê obrigada a tomar em suas mãos a justiça e partir, sozinha, em busca de vingança.
E aí, é bom? NÃO. Machine Girl usa o tema "você matou meu irmão, e agora eu mato você!" apenas como desculpa para uma chuva nonsense de sangue, e é só isso.
O filme é divertido? Sim. Na verdade a diversão está em ver os efeitos especiais toscos utilizados na verdadeira cruzada que Ami empreende contra a família ninja, tão toscos que são inacreditáveis. A grande sacada do filme é que, no final, a vingança sempre se volta contra você...
Mas no quesito "matou, agora tá !@#$%&", eu ainda prefiro Kill Bill. Se compararmos ambas as obras, vemos claramente que Kill Bill ainda é superior em termos de efeitos especiais toscos e "mentiradas" (como diria minha avó). Sinceramente não sei se Iguchi (o diretor) não tinha verba o suficiente (o mais provável) ou se ele quis homenagear aqueles filmes de terror trash americanos dos anos 80 que não tinham verba, mas o resultado é nada mais do que abaixo do mediano.
A única coisa que, na minha opinião, pode-se dizer do filme é que Minase Yashiro (que interpreta Ami) pode até ter futuro no cinema... se ninguém se lembrar desse filme, claro.
Vale quanto? 2 de 5.