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quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Avatar - Filme

Avatar: 12 anos. Doze anos sem fazer filmes, e agora eu sei porquê.
Fontes: a imagem é o pôster do filme, e as informações técnicas vêm do além.
Título Original: Avatar
Nacionalidade: Estados Unidos da América
Direção e roteiro: James Cameron
Gênero: Ação/Aventura/Fantasia/Ficção Científica

Eu queria espairecer e assistir um bom e divertido filme. E lá estava ele, Avatar, dizendo "ME ASSISTA! ME ASSISTA!!!". E por que não? Não tinha nada melhor pra fazer, e todo mundo fala tão bem desse filme...

Num futuro um pouquinho distante, os seres humanos praticamente "raparam" todos os recursos naturais da Terra. Para conseguir o que precisam, os humanos vão para os espaço explorar novos mundos e fontes de renda. Em Alpha Centauri, numa lua conhecida como Pandora, onde eles encontram um mineral que custa bilhões por quilograma e o povo do planeta, os Na'vi.

É claro que os na'vi, um povo selvagem e recluso, vivendo em contato direto com a natureza, iriam ficar retraídos diante dos terráqueos. E com razão, já que os terráqueos querem se livrar deles para poder pegar a maior reserva do mineral que fica bem em baixo da maior comunidade do povo deles...

No meio de toda essa politicagem e conspiração, encontra-se Jake Sully, um ex-fuzileiro cadeirante, que só é recrutado para a missão porque seu irmão gêmeo morreu. O irmão de Jake fazia parte de um experimento social que tentava manter um contato direto com os nativos, para estudar a cultura na'vi. Com esse objetivo, foram criados os avatares: híbridos humano-na'vi, que podem se conectar diretamente ao cérebro do humano-usuário, como se o mesmo fosse o dono do corpo. Na verdade, Jake só foi recrutado pela facilidade de conexão com o avatar, graças à similaridade do seu DNA com o de seu irmão, e é enxergado como um estranho peça equipe de pesquisadores, jáque é um militar, e não um cientista.

Mas isso muda assim que, durante uma exploração, Jake é separado do grupo de pesquisadores. Perdido no meio da floresta, apenas com suas habilidades de sobrevivência para protegê-lo em terreno alienígena, Jake é eventualmente resgatado por Neytiri, uma na'vi que, após muita insistência, acaba sendo sua professora sobre a cultura de seu povo. E aí o resto só assistindo o filme... XD

Dá pra entender porque Cameron trabalhou tanto tempo nesse filme. Assim como Tolkien (acho que vou apanhar de algum fã de Senhor dos Anéis...), Cameron criou uma cultura própria (baseada nos povos aborígenes australianos e nos povos indígenas norte-americanos) e língua (como Tolkien criou o élfico). Mas não foi só isso: ele e sua equipe idealizaram e criaram toda a fauna e flora de Pandora, cuidando de tudo nos mínimos detalhes.

Não só os efeitos especiais impressionam (assim como o maquinário do filme, que é um show à parte), mas também as atuações. Sam Worthington manda muito bem no papel de Sully, um homem que acaba dividido entre dois mundos e duas naturezas, assim como Zoë Saldaña consegue impressionar com a teimosa e guerreira Neytiri. Mesmo atores famosos que acabaram ganhado papéis menores, como Sigourney Weaver e Michelle Rodriguez, conseguem fazer um grande trabalho e têm seu destaque e brilho próprios. Destaco especialmente Stephen Lang, no papel do Coronel Quaritch, realmente impressionante.

Tá certo, há quem ache que o roteiro têm clichês demais, e também quem ache que Cameron só fez mais um caça-níqueis, mas acho que ele não está errado: se você pode fazer um trabalho que te agrada pacas e te dá rios de dinheiro... por que não?

Eis um filme que vale a pena assistir na telona.

Nota definitiva... 4 de 5.

domingo, 29 de novembro de 2009

Dynasty Warriors: Gundam 2 - Jogo (PS2)


A abertura do jogo.


Jogabilidade.

Dynasty Warriors: Gundam 2 - PIMP MY GUNDAM!!!
Fontes: a Wikipédia.
Desenvolvedoras: Koei, Omega Force
Distribuidora: Namco Bandai
Plataforma: PS2 (no caso, essa é a versão que vou resenhar. Também existem versões para o PS3 e XBox 360)
Gênero: Drama de Guerra/Ficção Científica
Sabe, eu curto um Beat'em-up. Espancar dezenas de capangas idiotas, enfrentar chefes difíceis e chegar ao final do jogo... e adoro Mechas, principalmente Gundam.
Então fiquei realmente maravilhado quando vi Dynasty Warriors: Gundam 2 - com um modo que permite seguir a história das séries originais (que são uma só cronologia) e gráficos bonitos (para um PS2...), ele me cativou, e provavelmente vai ser um dos melhores dos últimos jogos para a plataforma.
O jogo, em seu modo Official, começa contando a saga de Amuro Rei, um jovem que se vê no meio de uma guerra da qual não esperava fazer parte. Tendo quase extinguido os recursos da Terra, os seres humanos são obrigados a ir para o espaço. No entanto, com o tempo, os povos das colônias espaciais exigem independência, e acabam desenvolvendo os Mobile Suits (MS), armas móveis blindadas humanóides. No entanto, os terrestres tem em seu poder sua maior esperança: o RX-78, protótipo revolucionário de MS, que acaba caindo nas mãos do rapaz... Durante o jogo é possível jogar a saga das outras séries, que dão continuidade à história da primeira série.
Os modos são dois: Official e Original. O Official reúne as histórias já citadas, enquanto o Original reúne os pilotos de praticamente todas as outras séries (dá pra jogar, inclusive, com os personagens do Official, bastando terminar suas histórias nesse mesmo modo), e cada um dos robôs que você pode pilotar tem alguma particularidade e possibilidades de jogabilidade (tá bem, pra não dizer "todos", muitos genéricos tem só diferença estética...).
Na verdade, o modo que realmente leva a jogabilidade a um novo nível é mesmo o Original. Nesse modo, a liberdade é total: você pode fazer crossovers (como Amuro Rei, da primeira série, trabalhando em conjunto com Heero Yui, de Gundam Wing), tirar licenças para pilotar mechas diferentes (se você achava complicado tirar licenças em Gran Turismo) e o mais divertido de tudo: "tunar" os robôs.
Não, você não pode pintar chamas na carcaça do Gundam Wing e colocar dadinhos de pelúcia no para-brisas, mas pode turbinar ele! Durante as missões, você pode obter peças para vários robôs diferentes. No modo Original, você pode melhorá-las e adicionar novas funções para essas peças, modificando a jogabilidade dos robôs de acordo com o modo que você joga.
A jogabilidade é bem simples, mas diversas possibilidades se abrem conforme você vai adquirindo experiência no jogo (aliás, muitos truques podem ser aprendidos no no Pratice mission, encontrado na Free Mission de qualquer personagem do Original). A dificuldade é progressiva (mas chega a ser frustrante nas terríveis Extra Missions do Original) e o jogo é bem divertido, com todas as suas opções. Além dos já citados modos, ainda existe a Gallery, onde você pode conhecer as histórias dos personagens, robôs e séries, além dos vídeos do jogo.
Se você gosta de Gundam, robôs gigantes ou pancadaria, aqui está seu jogo!
Nota definitiva... 4 de 5.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Star Trek - Filme

Star Trek: indo até já foram, mas com mais estilo que antes!
Fontes: a imagem foi retirada do Universo Fantástico. E algumas informações do IMDb.
Título original: Star Trek
Direção: J.J. Abrams
Baseado em obra de: Gene Rodemberry
Gênero: Ficção Científica/Aventura
Nunca fui exatamente o maior fã de Jornada nas Estrelas. Tá certo que eu adorava a Série Clássica, sempre gostei dos filmes mais antigos da série e até que assisti algo da Nova Geração. Mas vou te dizer: Star Trek me transformou, definitivamente, num fã.
A premissa é bem simples. Anos depois de seu pai ter morrido como herói em um ataque de uma nave desconhecida, Jim Kirk (Chris Pine) é um jovem sem rumo. No entanto, a conhecer a jovem cadete Uhura e, na mesma noite, receber um convite para participar da Academia da Frota Estelar.
Explicação rápida para quem não sabe: por volta do Século 23, as nações da Terra se reúnem para garantir sua sobrevivência em meio a tantas raças alienígenas, e resolvem, para facilitar o contato, partir para o Espaço formando a Frota Estelar, não para conquistar, mas para explorar e estabelecer contato pacífico.
Também somos apresentados ao promissor, "frio" e racional Spock (Zachary Quinto), oficial graduado da Frota, que vive entre dois mundos. Sua mãe é uma humana, mas seu pai é da raca vulcano, uma raça que decidiu pela lógica, em vez dos sentimentos. E por isso Spock vive em eterno conflito...
E o grande atrativo do filme é o conflito entre Kirk e Spock!
J.J. Abrams é um gênio. Admito que não sou um fã dele, mas adorei o trabalho dele em Alias. Eu sei, ele fez Lost (que eu curti mesmo só a 1ª temporada), agora está com Fringe (que não assisti... ainda), dirigiu Missão: Impossível (de assistir) III... Mas Alias foi revolucionário para mim, e me marcou como o que eu espero de Abrams. Uma direção ágil, um jeito único de contar uma história... além de emprestar carisma a tudo o que faz.
Mas não adianta ser um gênio sem ter com quem trabalhar (Missão: Impossível III prova isso); Pine e Quinto são geniais, e têm uma química em cena única. Pine faz um teimoso (e divertido... e impulsivo...) Kirk, enquanto Quinto faz um irredutível (e extremamente dividido) Spock; ambos estão ideais nos papéis, e mais verossímeis que eles, impossível. O mesmo pode se dizer do resto do elenco, muito bem selecionado.
Ao darem a direção para J.J. Abrams, acertaram. Muita gente deve ter achado que ele não ser fã de Star Trek acabaria com o filme, mas foi exatamente por isso que deu tão certo. Por Abrams não ser um fã, ele não ficou preso ao pré-estabelecido do universo das séries, e isso lhe deu uma liberdade tão grande que inovou... e por inovar funcionou.
O filme tem cenas de ação impressionantes (principalmente as de combate estelar), e divertidíssimas cenas de humor (quando Kirk conhece McCoy e se dá a origem do apelido dele). Seja fã ou não, imperdível!
Nota definitiva... 5 de 5.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Resident Evil: Dead Aim - Jogo (PS2)


ZOMBIE HEADSHOT! XD
Fontes: Algumas informações técnicas e a imagem foram tiradas de você sabe onde.
Título Original: Gun Survivor 4: Biohazard "Heroes Never Die"
Empresa: Capcom
Lançamento: 13 de Fevereiro de 2003 (Japão); 17 de Junho de 2003 (EUA); 9 de Julho de 2003 (Europa)
Gênero:
Survival Horror, Ficção Científica, Tiro em 1ª Pessoa
O que você recomenda depois disso? Resident Evil 3: Nemesis, Resident Evil 4 ou QUALQUER OUTRO Resident Evil que não seja este (calma, eu vou explicar...)
Antes de começar a resenha de fato eu queria deixar claro uma coisa, esse Resident Evil faz parte de uma sub-série da franquia Resident Evil chamada Gun Survivor. Essa série ao contrário da principal é em primeira pessoa e prioriza o uso de uma Light Gun (uma pistolinha que nem aquelas dos Flipers), embora também dê pra mirar no controle (e olha que eu fiz a segunda opção SEM SABER DISSO, e também por não possuir uma Light Gun ^^)
História: Depois da liberação do T-virus em Raccoon City, o Governo Americano teve que tomar a decisão drástica de destruir a cidade com um míssel para que o vírus não se alastrasse pelo país. Embora a Corporação Umbrella tenha sido acusada pelo incidente e pressionada para confessar seus crimes e abortar suas pesquisas, eles decidiram continuar seus experimentos em laboratórios clandestinos. Morpheus D. Duvall, um ex-pesquisador da Umbrella, rouba uma grande quantidade do experimental T/G-virus de um centro de pesquisas em Paris.
O jogo começa a bordo de um cruzeiro de luxo da Umbrella chamado "Spencer Rain" em Setembro de 2002, aonde Morpheus espalhou o vírus e todo mundo a bordo virou zumbi (afinal, é Resident Evil ^^). Bruce McGivern, agente do governo de uma divisão Anti-Umbrella, deve entrar no navio para acabar com os planos de Morpheus e pegar uma amostra do vírus. Também na história entra Fong Ling, uma espiã do Governo Chinês que foi mandada pra lá com os mesmos objetivos, só que a princípio ela é rival do Bruce. Ao decorrer do jogo, os dois se vêem forçados a unir forças para sobreviver na situação em que se encontram.
Jogabilidade: O jogo é visto em 3ª pessoa, mas quando você mira ele passa para 1ª pessoa, com uma mira para auxiliar no acerto dos inimigos (usando o controle, você controla a mira com o analógico direito). Existem armas diferentes que você pega ao longo do jogo, mas a principal arma é a pistola, que embora tenha limite de munição como as outras armas ela é a mais fácil de arrumar munição, incluindo nas salas de "Save Game". O inventário possui 3 divisões: uma para as armas, uma para munições (no máximo 6 cartuchos diferentes) e uma para itens de recuperação e chaves. Acertar inimigos em pontos mais vulneráveis, como a cabeça, rende mais dano.
O que dizer? Toda grande franquia sempre acaba tendo alguns jogos fracos, e esse não é exceção, e eu vou dizer porque...
A jogabilidade até que é razoável, me lembrou um pouco Doom, mas é dificil de pegar o jeito no início, e os gráficos também são medianos. Mas o que mata esse jogo é o roteiro, o resumo da história que eu coloquei ali em cima até que dá pra engolir, mas se você jogar o jogo você vai perceber que o desenrolar da história é um verdadeiro clichê, acompanhado de diálogos "trash", e os objetivos que levam Morpheus, o antagonista do jogo, a fazer todas as m***** que ele faz é uma pérola a parte, o que me leva a pensar que usaram aquelas ervas medicinais do jogo pra outros fins. Se você procura um jogo para sair descerebradamente atirando na cabeça de zumbis, acho que você pode gostar desse jogo, mas se você procura um Survival Horror com uma história e um suspense legal, recomendo MANTER DISTÂNCIA de Dead Aim.
Nota Definitiva... 2 de 5

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

(TALVEZ!) O pior videoclipe da história da humanidade



Eu na verdade queria postar uma resenha, mas tem tanta coisa que eu quero fazer resenha que eu fico na dúvida, e fuçando o Youtube eu achei algo REALMENTE bizarro. (Resumindo, tô postando pra encher lingüiça)

E NÃO ME PERGUNTEM quem é esse bigodudo que eu não faço a MÍNIMA IDEIA de quem seja.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Invasões alienígenas, plágios e outras besteiras

Isto é um skrull.

Isto é um reptiliano.

E essas são as versões piratas dos super-heróis Marvel.

Os reptilianos estão entre nós!
E os skrulls também!!!
LOL
Por mais que Tiago Santiago não admita, ele plagiou descaradamente o lance dos mutantes da Marvel e escreveu uma novela sobre super-seres. Como ele não queria ficar só no básico, ele resolveu copiar uma saga inteira da Marvel e colocar em sua novela: Secret Invasion.
Pra quem não sabe, em Os Mutantes - Caminhos do Coração, os mutantes foram criação de cientistas alienígenas que queriam reforços humanos para uma invasão. Por isso existem super-seres no mundo bizarro da novela... Esses aliens são os reptilianos, uma raça avançadíssima tecnologicamente, de pele verde (provável) e transmorfa* (com certeza, já que existem personagens na trama que são reconhecidamente reptilianos).
Na Marvel, muda um pouquinho (ou será que muda um pouquinho em Os Mutantes?): vários dos super-seres do universo Marvel foram substituídos por versões alienígenas e "made in China", e agora ninguém sabe quem é quem!!! Essa raça, os skrulls, tem pele verde e é transmorfa...
Alguém nota alguma semelhança?
Antes que Santiago diga que não é um plágio, basta ver que Secret Invasion começou beeeeeeeeeem antes dessa invasão em Os Mutantes, e não adianta me dizer que "só começou agora no Brasil essa saga": ele tem internet, não é?

Who do you thrust?


*Transmorfo é uma criatura que consegue mudar de forma e/ou aparência, muito comum na ficção-científica
**Referência à frase que é carro chefe de Secret Invasion. Pode ser traduzida como "Em quem você acredita?"

domingo, 21 de setembro de 2008

Os Supremos - HQ


Os Supremos: a resposta definitiva às ameaças definitivas!
Fontes: as informações mais técnicas saíram daqui.
Título Original: The Ultimates
Criado por: Mark Millar e Brian Hitch
Gênero: Super-Heróis/Ficção Científica
O que você recomenda depois disso? O resto do Ultimate Universe (que sai por aqui no Brasil na Marvel Millenium Homem-Aranha), Homem de Ferro
Depois de décadas de um universo todo retalhado, cheio de incoerências e de erros de continuidade (além de heróis dos quais você nunca ouviu falar porque os quadrinistas esqueceram deles, mas são bem legais), alguém resolveu chutar o balde e dar uma enxutada no Universo Marvel. Como já é impossível fazer isso nos quadrinhos atuais (graças aos já citados erros de continuidade e incoerências), alguém da Marvel resolveu criar mais um universo alternativo...
Só que fizeram a parada direito, e convidaram os gênios Mark Millar e Brian Hitch para dar o pontapé inicial no novo universo. Pra começar com o pé direito, os dois recriaram a maior e mais mportante equipe de super-heróis da Marvel: os Vingadores.
Mas eles não só criaram mais uma versão, eles criaram a versão. Uma versão definitiva, pra deixar no chinelo todas as outras (até mesmo as formações mais famosas da Terra-616, universo principal dos quadrinhos Marvel), uma versão... Suprema.
A trama é bem simples: com o novo século, veio uma verdadeira enxurrada de super-seres, desde mutações genéticas de nascença até aranhas humanas! Pra controlar essa situação caótica, o General Nicholas Fury (diretor da SHIELD) resolve criar um esquadrão com os seres mais poderosos dos EUA, esquadrão esse que receberia o nome de Os Supremos. Para isso, ele contata Bruce Banner, um experiente e capaz cientista e alter-ego do genocida Hulk, para recriar o Soro do Super-Soldado. Enquanto isso, a equipe começa a se reunir: surgem Home de Ferro (o bêbado multi-milionário e gênio Tony Stark), Vespa (Janet Pym, uma cientista com o poder de encolher) e Gigante (Hank Pym, esposo de Janet e cientista criador das Partículas Pym, uma droga que permite que um ser humano atinja quase que 20 metros de altura), além do próprio Banner, tentando recriar a fórmula que criou o Capitrão América.
Mas as coisas saem muito melhor que o esperado: apesar de Banner fracassar na criação do novo Soro, eles encontram Capitão América em animação suspensa! Depois de uma série de confusões (afinal, ele ficou quarenta anos "fora do ar"!), Rogers se une ao esquadrão. Banner e Fury tentam recrutar Thor, um pacifista neo-hippie que diz ser o deus nórdico do trovão, em vão.
Mas as coisas não vão bem, e Banner resolve testar uma fórmula do Soro do Super-Soldado em si mesmo...
A grande sacada de Os Supremos é que ele é uma releitura livre dos personagens de vários dos personagens mais clássicos da Marvel (mais exatamente dos membros-fundadores dos Vingadores) e dos fatos que os levaram à ação, mas dando um toque humanista aos heróis. Muito da história da primeira fase é centrado não na ação (como nas HQs tradicionais americanas), mas no dia-a-dia dos personagens, com seus conflitos e criação de laços entre si. É legal ver que o Capitão América, por exemplo, não é só um super-patriota pronto a defender seu país, mas também um homem tentando se adaptar aos estranhos novos tempos em que ele passa a viver e tentando criar um espaço para si no mundo, já que sua família morreu e seus amigos envelheceram, ao contrário dele.
Definitivamente gostei do grande trabalho de Millar e Hitch. É claro que não seria nada se não fossem os personagens criados por Stan Lee, mas recriar verdadeiros ícones numa era em que eles estão tão desfigurados em relação à época em que eles surgiram e reerguê-los é um verdadeiro trabalho de mestre! A série é tão influente que atá afetou outras mídias: o Capitão América tradicional sofreu várias mudanças para se parecer mais com sua versão suprema, e a personalidade e motivações de Tony Stark no filme do Homem de Ferro mostram grandes influências da sua contraparte. A série também tem uma linguagem cinematográfica, tanto que cada fase da série é tratada como "temporada", trazendo mudanças e novidades.
Imperdível, mesmo pra quem não é fã de quadrinhos.
Nota Definitiva... 5 de 5.

sábado, 20 de setembro de 2008

Homem de Ferro - Filme


Homem de Ferro: e olha que a cabeça dele é tão dura quanto a armadura... XD
Fontes: a imagem veio do blog O Xucrismo, e informações técnicas foram obtidas na Wikipédia
Título original: Iron Man
Direção: John Favreau
Gênero: Ficção Científica/Super-Heróis
Tem outra coisa para ver/ler depois? Equilibrium, Cowboy Bebop, Gundam Seed (pra quem gosta de Mechas!)
Fala do quê? Tony Stark é um jovem e irresponsável multi-bilionário da indústria armamentista. Durante uma viagem de demonstração de um novo projeto para armas no Oriente Médio, Stark é vítima de um atentado.
Com um estilhaço próximo ao coração e reefém de um grupo terrorista, Stark consegue fugir graças a uma armadura que ele criou em cativeiro.
Mas ele descobre que quer ter bem mais do que um protótipo de armadura tosca...
E aí, é bom? Excepcional. Robert Downey Jr. encarnou perfeitamente Stark, e isso eu posso dizer porque eu leio as HQs do Homem de Ferro! Mesmo sendo um ator mais ou menos antigo no ramo, ele é pouco conhecido pelos mais jovens, mas se você parar para pensar, isso até que é bom. Downey Jr. se envolveu com diversos escândalos, o que quase deu um fim à sua carreira, mas o filme do Homem de Ferro deu meio que um "reset" na carreira dele (o que é bom, em vista que ele é um ótimo ator).
Jeff Bridges também está ótimo no filme no papel de Obadiah Stane (uma espécie de testa-de-ferro pro Stark, que é quase um vagabundo... XD), e destaque para Gwyneth Paltrow (maravilhosa no papel de Pepper).
Mas não adianta bons atores com um roteiro ruim, certo? Pois é, e isso não acontece em Homem de Ferro. O roteiro atualiza o personagem (ele originalmente sofreu o atentado no Vietnam) e o personagem, como feito em Batman Begins. A mudança acaba refletindo também as possibilidades para uma continuação: quem conhece o personagem e viu o filme direitinho sabe porque diabos tem o Mark II, mas isso acabou não entrando na cabeça de quem não acompanha as HQs.
Com apenas um deslize ou outro, essa é uma das mais impecáveis adaptações de quadrinhos.
Vale quanto? 5 de 5.