Estou postando aqui para dizer que descobri hoje que o antigo blog foi apagado, e então removi o link para ele.
A gente mantinha o endereço do antigo blog porque tinha ainda resenhas lá, e o Pato até "resgatou" algumas para o novo blog, mas não todas.
Obrigado pela atenção.
P.S.: Caso você esteja acessando o blog agora e não saiba porque estamos neste blog, veja: http://lagodopato2.blogspot.com/2008/10/de-luto.html
sexta-feira, 5 de junho de 2009
segunda-feira, 25 de maio de 2009
Strip Fighter II - Jogo (PC Engine)
Fontes: A imagem e algumas informações técnicas foram retiradas do site The PC Engine Software Bible.
Empresa: Games Express
Lançamento: Data desconhecida, mas eu sei que esse jogo é velho e é Japonês (tinha que ser)
Gênero: Luta, Erotismo
O que você recomenda depois disso? Qualquer outro jogo de luta que não seja esse
Nota: Se você não sabe o que é um PC Engine, vai procurar lá na Wikipédia que eu não estou com paciência agora de explicar.
Por alguma razão que até eu desconheço, eu tenho a estranha capacidade de encontrar pérolas na internet (e em outros lugares) que são praticamente desconhecidas do público geral, ou que até mesmo se perderam nas areias do tempo. E esse jogo é uma dessas pérolas.
Strip Fighter II é uma versão erótica de Street Fighter (sem nenhuma relação além do nome cretino), aonde ao invés daqueles personagens que conheçemos (Ryu, Ken, Chun-Li, etc.) temos 6 gostosas em "roupas práticas", incluindo a Medusa (???), uma marombeira (que não é muito gostosa pra dizer a verdade) e uma mina que parece um protótipo da Kasumi do Dead or Alive, como você pode ver na imagem acima.
O jogo não possui pornografia explícita, apenas se baseia em golpes especiais das lutadoras cujo propósito é mostrar a calcinha e algumas vezes nudismo. E toda vez que você ganha uma luta, você tem direito a ver uma mulher pelada (em um modo de dificuldade maior é claro). Ficou babando né? Bem, lamento dizer que as coisas não são bem assim...
Pra começo de conversa o jogo é EXTREMAMENTE difícil, não por causa da A.I. mas porque a jogabilidade é horrível e ainda existem alguns bugs que atrapalham o jogo. E pra piorar a situação as imagens de mulher pelada no final das luta são meio toscas, principalmente que são aquele tipo de pornografia japonesa em que a mina NÃO TEM VAGINA!!! (eu ia falar outra palavra, mas resolvi moderar)
Resumindo: o jogo é brochante em ambos os sentidos.
E esse jogo tem alguma história? Olha... pior que eu não sei, eu até tentei procurar algo a respeito, mas nem a Wikipédia tem informações detalhadas desse jogo (e olha que lá até costuma ter informações de coisas obscuras). Mas se tratando do fato de que esse jogo nem tem final eu acretido que nem tenha história, e se tivesse acho que não seria grande coisa... E aliás, nem sei se existe mesmo um primeiro jogo ou se é "II" só pra imitar Street Fighter II mesmo.
Fique longe desse jogo, a menos que você seja masoquista e/ou esteja curioso pra ver dessa "mercadoria" depois do que eu escrevi.
Nota definitiva... 1 de 5.
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Joguinho
quinta-feira, 21 de maio de 2009
Star Trek - Filme
Star Trek: indo até já foram, mas com mais estilo que antes!Fontes: a imagem foi retirada do Universo Fantástico. E algumas informações do IMDb.
Título original: Star Trek
Direção: J.J. Abrams
Baseado em obra de: Gene Rodemberry
Gênero: Ficção Científica/Aventura
Nunca fui exatamente o maior fã de Jornada nas Estrelas. Tá certo que eu adorava a Série Clássica, sempre gostei dos filmes mais antigos da série e até que assisti algo da Nova Geração. Mas vou te dizer: Star Trek me transformou, definitivamente, num fã.
A premissa é bem simples. Anos depois de seu pai ter morrido como herói em um ataque de uma nave desconhecida, Jim Kirk (Chris Pine) é um jovem sem rumo. No entanto, a conhecer a jovem cadete Uhura e, na mesma noite, receber um convite para participar da Academia da Frota Estelar.
Explicação rápida para quem não sabe: por volta do Século 23, as nações da Terra se reúnem para garantir sua sobrevivência em meio a tantas raças alienígenas, e resolvem, para facilitar o contato, partir para o Espaço formando a Frota Estelar, não para conquistar, mas para explorar e estabelecer contato pacífico.
Também somos apresentados ao promissor, "frio" e racional Spock (Zachary Quinto), oficial graduado da Frota, que vive entre dois mundos. Sua mãe é uma humana, mas seu pai é da raca vulcano, uma raça que decidiu pela lógica, em vez dos sentimentos. E por isso Spock vive em eterno conflito...
E o grande atrativo do filme é o conflito entre Kirk e Spock!
J.J. Abrams é um gênio. Admito que não sou um fã dele, mas adorei o trabalho dele em Alias. Eu sei, ele fez Lost (que eu curti mesmo só a 1ª temporada), agora está com Fringe (que não assisti... ainda), dirigiu Missão: Impossível (de assistir) III... Mas Alias foi revolucionário para mim, e me marcou como o que eu espero de Abrams. Uma direção ágil, um jeito único de contar uma história... além de emprestar carisma a tudo o que faz.
Mas não adianta ser um gênio sem ter com quem trabalhar (Missão: Impossível III prova isso); Pine e Quinto são geniais, e têm uma química em cena única. Pine faz um teimoso (e divertido... e impulsivo...) Kirk, enquanto Quinto faz um irredutível (e extremamente dividido) Spock; ambos estão ideais nos papéis, e mais verossímeis que eles, impossível. O mesmo pode se dizer do resto do elenco, muito bem selecionado.
Ao darem a direção para J.J. Abrams, acertaram. Muita gente deve ter achado que ele não ser fã de Star Trek acabaria com o filme, mas foi exatamente por isso que deu tão certo. Por Abrams não ser um fã, ele não ficou preso ao pré-estabelecido do universo das séries, e isso lhe deu uma liberdade tão grande que inovou... e por inovar funcionou.
O filme tem cenas de ação impressionantes (principalmente as de combate estelar), e divertidíssimas cenas de humor (quando Kirk conhece McCoy e se dá a origem do apelido dele). Seja fã ou não, imperdível!
Nota definitiva... 5 de 5.
terça-feira, 12 de maio de 2009
Guerreiros da Noite - Filme
Guerreiros da Noite: filme coreano? É pra já!Fontes: a imagem e algumas informações técnicas do filme foram tiradas do Sebo do Messias.
Título original: Sword in the Moon
Direção: Ui-seok Kim
Roteiro de: Min-seok Jang
Gênero: Artes Marciais/Drama/Histórico
Eu gosto de filmes coreanos. Eles conseguem fazer filmes bem diferentes dos americanos e japoneses (eu acho, pelo menos). Então, quando ouvi falar de Guerreiros da Noite, logo quis assistir.
Coréia, século XVII. Um grupo conhecido por Guerreiros da Noite é formado, a elite do exército para proteger as fronteiras e a capital. Durante o treinamento, Choi Ji-hwan e Yun Gyu-yeob se conecem e se tornam grandes amigos.
Anos depois da revolução na qual Yun tomou parte, uma série de assassinatos parece ameaçar os políticos, e é dever de Yun protegê-los e descobrir o assassino, mas o assassino... é Choi!
Guerreiros da Noite é um dos mais interessantes filme de ação que assisti recentemente. Ele constantemente apela para flashbacks para explicar o que aconteceu anos antes, e esse fato é bem interessante: quando o filme começa, você não fica sabendo de nada, só lá pelo final é que dá para realmente saber as intenções de cada um dos personagens. Aliás, os personagens, antes de tudo, são o ponto alto da trama, já que a tensão crescente e a morte de cada vez mais políticos vai piorando a situação entre os protagonistas.
Esse é um daqueles filmes que só dá pra falar bem pouco para não estragar as surpresas...
O filme só tem um defeito: pelo menos pra mim, os freqüentes flashbacks confundiram um pouco a trama, e eu só fui entender a cena inicial horas depois de ver o filme. Mas se você passar por cima desse detalhe, vai gostar.
Nota definitiva... 3 de 5.
domingo, 26 de abril de 2009
Stallone Cobra - Filme
Stallone Cobra: o crime é uma doença, e Cobretti é a cura!Fontes: o pôster saiu do DVD Commentaries, a os detalhes técnicos da Wikipédia.
Título original: Cobra
Direção: George Pan Cosmatos
Baseado na obra: The Fair Game, de Paula Gosling
Gênero: Ação/Comédia (involuntária)
O que você recomenda depois disso? Comando para Matar
Tenho saudades da época que não tinha esse papo de "politicamente correto". Rambo invadia o Vietnã, dava tiro em todo mundo e não tinha incidente internacional, assim como o Braddock, e a galera do Porky's fazia piada bizarra sobre sexo sem ter tanta discussão sobre "a sexualidade dos jovens". Resolvi resgatar um desses filmes da minha lembrança, e ele é Stallone Cobra.
O filme conta a história de Cobretti, um policial mal-encarado e acostumado a jogar duro com os criminosos, que faz parte do Esquadrão Zumbi (um grupo de policiais como ele), que é designado para proteger a jovem modelo Ingrid, que é a única testemunha de uma série de crimes brutais cometidos por uma misteriosa seita. Ufa! Resumi a trama em uma só frase.
O charme do filme é imortal. Cobretti pode parecer um "Capitão Nascimento Genérico", mas seu grande diferencial é que ele surgiu quase 2 décadas antes. Certa vez li uma crítica desse filme em que o crítico disse que é uma "visão fascista do combate ao crime", mas creio que, como exercício cinematográfico, é muito bem-vindo.
Mas o maior destaque vai para a dublagem brasileira. Com diversos cacos bem encaixados (como o famoso "Você é um cocô, eu não negocio com cocô") e divertidos, o bom humor impagável de Stallone fica ainda mais destacado.
Um outro grande destaque é que o filme foi roteirizado por... Sylvester Stallone! Já não é novidade o talento do ator como roteirista e diretor (sim, eu falo sério... ele devia deixar de atuar para dirigir!), mas é interessante ver a quantos anos ele já conseguia criar histórias divertidas.
O filme é fácil de achar nauqelas pilhas de DVDs baratinhos em grandes lojas, e é uma verdadeira jóia, mas dê preferência à versão dublada.
Três últimas curiosidade: o carro de Cobretti pertencia ao próprio Stallone (a produção do filme encomendou várias réplicas para as cenas de perseguição), Brigitte Nielsen era esposa de Stallone na época e o livro que deu origem a esse filme ainda deu origem a outro filme, Atração Explosiva (um verdadeiro bagulho em termos de filme...).
Perfeito pra reunir os amigos à noite e dar muitas risadas!
Nota definitiva... 4 de 5.
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Azumi - Filme
Azumi: Eles têm uma missão, e nada ficará no seu caminho.Fonte: o pôster é do MoviesOnline, e as informações complementares do IMDb.
Título original: Azumi
Direção: Ryuhei Kitamura
Baseado na obra de: Yu Koyama
Gênero: Artes Marciais/Histórico/Drama
O que você recomenda depois disso? Kill Bill Volume 1, Versus - A Ressurreição
No Japão feudal, cansado de guerras, o grande shogun Ieyasu Tokugawa pede a um de seus generais para que treine um grupo de poderosos assassinos para que, no futuro, eles possam deter quaisquer senhor da guerra que se atrever a destruir a (fraca) paz alcançada.
Assim, o ex-general Gessai treina 10 crianças, órfãs devido à guerra, para se tornarem os mais perfeitos assassinos e manterem a paz enquanto que escondidos nas sombras... e, dentre eles, o que mais se destaca é a jovem Azumi, a única mulher dentre todos da equipe.
Azumi é mais um daqueles filmes-baseados-em-jogos-de-vídeo-game, mas se destaca bastante do formato tradicional desse tipo de filme. Pra começar, o filme é mais baseado no mangá que deu origem ao jogo do que no jogo: dá pra notar isso o tempo todo, já que se dá uma importância muito grande aos protagonistas e seus próprios conflitos internos e convivência. A câmera e as tomadas de ação são bem ágeis, chegando em certos pontos do filme a serem (real e propositalmente) vertiginosas, deixando a quem assiste muuuuuito tonto!
O roteiro, como já dito, é muito bem trabalhado, com a personalidade (ou a falta de) de cada personagem sendo bem desenvolvida. A trama se desenvolve bem, e se você assistir ao filme vai com certeza se afeiçoar a algum personagem (e depois até se arrepender... XD), torcendo para que o desenrolar da trama favoreça o personagem.
O final deixa, de maneira bem feita, caminho aberto para o seundo filme: afinal, Azumi é só um prólogo...
Nota definitiva... 4 de 5.
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Final Fantasy IV - Jogo (SNES/PSOne/GBA/Nintendo DS)
Abertura do jogo no DS.
Final Fantasy IV: esse sim é o melhor Final Fantasy!
Fontes: o vídeo foi obtido no YouTube, enquanto que as informações técnicas foram retiradas da Wikipédia.
Título original: Final Fantasy IV (também é conhecido como Final Fantasy II nos EUA)
Gênero: RPG
Desenvolvedora e produtora: Square
Ano: 1991 (SNES)
Direção: Yoshinori Kitase
O que você recomenda depois disso? Final Fantasy I, Final Fantasy III, Final Fantasy VI, Final Fantasy VII e Final Fantasy IX
Praticamente todo mundo que joga vídeo-game conhece Fianl Fantasy, mesmo que não goste de RPGs. No entanto, com o passar dos anos, enquanto os gráficos melhoravam, a qualidade dos jogos ia diminuindo (por favor, vão me dizer que Final Fantasy VIII é bom?!). Por isso, posso me arriscar a dizer que a trama, reviravoltas e personagens de Final Fantasy IV agradam até mesmo os mais exigentes nos dias de hoje.
O jogo conta a história de Cecil, um cavaleiro negro que serve ao reino de Baron e comanda o esquadrão de elite Red Wings. No entanto, começa a desconfiar das intenções de seu rei, que começa a ordenar que seu esquadrão recolha os Cristais (que mantém as forças do mundo) custe o que custar, inclusive eliminando pessoas inocentes. Ele resolve se revoltar contra seu soberano ao ser enviado para dar um "presente" à uma vila de Summoners: o tal "presente" destrói toda a vila e mata quase que todos os seus habitantes... e Cecil, revoltado, resolve descobrir o que diabos está acontecendo.
Mas Cecil não está sozinho em sua cruzada. Ele tem a ajuda de Rosa (a quem ama, uma White Mage e arqueira), Kain (o Dragoon, um poderoso lanceiro e grande amigo de Cecil), Rydia (uma Summoner e Black Mage, última sobrevivente da Vila dos Summoners) e muitos outros, cada um deles tendo uma parte importante em sua história.
Yoshinori Kitase sempre quis ser diretor de cinema, e a trama de FFIV representa bem isso. São várias reviravoltas, mas nunca são excessivas a ponto de você não saber mais o que está acontecendo. Os personagens também são cativantes, tendo sua própria personalidade e influenciando os acontecimentos do jogo.
Além disso, FFIV foi um marco na história da série, já que os dois elementos que tornaram a série famosa se apresentaram primeiro nesse jogo: uma grande quantidade de personagens (durante o jogo, você controla um total de 12 personagens!), o Active Time Battle (o sistema que se tornou padrão na série, onde você controla o combate em "tempo real") e as mais variadas habilidades para cada um dos personagens.
Além dessas características, cada uma das versões têm suas próprias particularidades: a do SNES é bem feinha (já que ela foi preparada inicialmente para o NES, o famoso Nintendinho!) mas charmosa; a do PSOne tem os mesmos gráficos do SNES, mas apresenta belíssimas CGs; a do GBA tem belos gráficos e uma série de segredos adicionais; e a do DS foi totalmente refeita em 3D, contando com CGs superiores às do PSOne!
Não importa em que versão você jogue, é um clássico!
Nota definitiva... 5 de 5.
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