quinta-feira, 21 de maio de 2009

Star Trek - Filme

Star Trek: indo até já foram, mas com mais estilo que antes!
Fontes: a imagem foi retirada do Universo Fantástico. E algumas informações do IMDb.
Título original: Star Trek
Direção: J.J. Abrams
Baseado em obra de: Gene Rodemberry
Gênero: Ficção Científica/Aventura
Nunca fui exatamente o maior fã de Jornada nas Estrelas. Tá certo que eu adorava a Série Clássica, sempre gostei dos filmes mais antigos da série e até que assisti algo da Nova Geração. Mas vou te dizer: Star Trek me transformou, definitivamente, num fã.
A premissa é bem simples. Anos depois de seu pai ter morrido como herói em um ataque de uma nave desconhecida, Jim Kirk (Chris Pine) é um jovem sem rumo. No entanto, a conhecer a jovem cadete Uhura e, na mesma noite, receber um convite para participar da Academia da Frota Estelar.
Explicação rápida para quem não sabe: por volta do Século 23, as nações da Terra se reúnem para garantir sua sobrevivência em meio a tantas raças alienígenas, e resolvem, para facilitar o contato, partir para o Espaço formando a Frota Estelar, não para conquistar, mas para explorar e estabelecer contato pacífico.
Também somos apresentados ao promissor, "frio" e racional Spock (Zachary Quinto), oficial graduado da Frota, que vive entre dois mundos. Sua mãe é uma humana, mas seu pai é da raca vulcano, uma raça que decidiu pela lógica, em vez dos sentimentos. E por isso Spock vive em eterno conflito...
E o grande atrativo do filme é o conflito entre Kirk e Spock!
J.J. Abrams é um gênio. Admito que não sou um fã dele, mas adorei o trabalho dele em Alias. Eu sei, ele fez Lost (que eu curti mesmo só a 1ª temporada), agora está com Fringe (que não assisti... ainda), dirigiu Missão: Impossível (de assistir) III... Mas Alias foi revolucionário para mim, e me marcou como o que eu espero de Abrams. Uma direção ágil, um jeito único de contar uma história... além de emprestar carisma a tudo o que faz.
Mas não adianta ser um gênio sem ter com quem trabalhar (Missão: Impossível III prova isso); Pine e Quinto são geniais, e têm uma química em cena única. Pine faz um teimoso (e divertido... e impulsivo...) Kirk, enquanto Quinto faz um irredutível (e extremamente dividido) Spock; ambos estão ideais nos papéis, e mais verossímeis que eles, impossível. O mesmo pode se dizer do resto do elenco, muito bem selecionado.
Ao darem a direção para J.J. Abrams, acertaram. Muita gente deve ter achado que ele não ser fã de Star Trek acabaria com o filme, mas foi exatamente por isso que deu tão certo. Por Abrams não ser um fã, ele não ficou preso ao pré-estabelecido do universo das séries, e isso lhe deu uma liberdade tão grande que inovou... e por inovar funcionou.
O filme tem cenas de ação impressionantes (principalmente as de combate estelar), e divertidíssimas cenas de humor (quando Kirk conhece McCoy e se dá a origem do apelido dele). Seja fã ou não, imperdível!
Nota definitiva... 5 de 5.

terça-feira, 12 de maio de 2009

Guerreiros da Noite - Filme

Guerreiros da Noite: filme coreano? É pra já!
Fontes: a imagem e algumas informações técnicas do filme foram tiradas do Sebo do Messias.
Título original: Sword in the Moon
Direção: Ui-seok Kim
Roteiro de: Min-seok Jang
Gênero: Artes Marciais/Drama/Histórico
Eu gosto de filmes coreanos. Eles conseguem fazer filmes bem diferentes dos americanos e japoneses (eu acho, pelo menos). Então, quando ouvi falar de Guerreiros da Noite, logo quis assistir.
Coréia, século XVII. Um grupo conhecido por Guerreiros da Noite é formado, a elite do exército para proteger as fronteiras e a capital. Durante o treinamento, Choi Ji-hwan e Yun Gyu-yeob se conecem e se tornam grandes amigos.
Anos depois da revolução na qual Yun tomou parte, uma série de assassinatos parece ameaçar os políticos, e é dever de Yun protegê-los e descobrir o assassino, mas o assassino... é Choi!
Guerreiros da Noite é um dos mais interessantes filme de ação que assisti recentemente. Ele constantemente apela para flashbacks para explicar o que aconteceu anos antes, e esse fato é bem interessante: quando o filme começa, você não fica sabendo de nada, só lá pelo final é que dá para realmente saber as intenções de cada um dos personagens. Aliás, os personagens, antes de tudo, são o ponto alto da trama, já que a tensão crescente e a morte de cada vez mais políticos vai piorando a situação entre os protagonistas.
Esse é um daqueles filmes que só dá pra falar bem pouco para não estragar as surpresas...
O filme só tem um defeito: pelo menos pra mim, os freqüentes flashbacks confundiram um pouco a trama, e eu só fui entender a cena inicial horas depois de ver o filme. Mas se você passar por cima desse detalhe, vai gostar.
Nota definitiva... 3 de 5.

domingo, 26 de abril de 2009

Stallone Cobra - Filme

Stallone Cobra: o crime é uma doença, e Cobretti é a cura!
Fontes: o pôster saiu do DVD Commentaries, a os detalhes técnicos da Wikipédia.
Título original: Cobra
Direção: George Pan Cosmatos
Baseado na obra: The Fair Game, de Paula Gosling
Gênero: Ação/Comédia (involuntária)
O que você recomenda depois disso? Comando para Matar
Tenho saudades da época que não tinha esse papo de "politicamente correto". Rambo invadia o Vietnã, dava tiro em todo mundo e não tinha incidente internacional, assim como o Braddock, e a galera do Porky's fazia piada bizarra sobre sexo sem ter tanta discussão sobre "a sexualidade dos jovens". Resolvi resgatar um desses filmes da minha lembrança, e ele é Stallone Cobra.
O filme conta a história de Cobretti, um policial mal-encarado e acostumado a jogar duro com os criminosos, que faz parte do Esquadrão Zumbi (um grupo de policiais como ele), que é designado para proteger a jovem modelo Ingrid, que é a única testemunha de uma série de crimes brutais cometidos por uma misteriosa seita. Ufa! Resumi a trama em uma só frase.
O charme do filme é imortal. Cobretti pode parecer um "Capitão Nascimento Genérico", mas seu grande diferencial é que ele surgiu quase 2 décadas antes. Certa vez li uma crítica desse filme em que o crítico disse que é uma "visão fascista do combate ao crime", mas creio que, como exercício cinematográfico, é muito bem-vindo.
Mas o maior destaque vai para a dublagem brasileira. Com diversos cacos bem encaixados (como o famoso "Você é um cocô, eu não negocio com cocô") e divertidos, o bom humor impagável de Stallone fica ainda mais destacado.
Um outro grande destaque é que o filme foi roteirizado por... Sylvester Stallone! Já não é novidade o talento do ator como roteirista e diretor (sim, eu falo sério... ele devia deixar de atuar para dirigir!), mas é interessante ver a quantos anos ele já conseguia criar histórias divertidas.
O filme é fácil de achar nauqelas pilhas de DVDs baratinhos em grandes lojas, e é uma verdadeira jóia, mas dê preferência à versão dublada.
Três últimas curiosidade: o carro de Cobretti pertencia ao próprio Stallone (a produção do filme encomendou várias réplicas para as cenas de perseguição), Brigitte Nielsen era esposa de Stallone na época e o livro que deu origem a esse filme ainda deu origem a outro filme, Atração Explosiva (um verdadeiro bagulho em termos de filme...).
Perfeito pra reunir os amigos à noite e dar muitas risadas!
Nota definitiva... 4 de 5.

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Azumi - Filme

Azumi: Eles têm uma missão, e nada ficará no seu caminho.
Fonte: o pôster é do MoviesOnline, e as informações complementares do IMDb.
Título original: Azumi
Direção: Ryuhei Kitamura
Baseado na obra de: Yu Koyama
Gênero: Artes Marciais/Histórico/Drama
O que você recomenda depois disso? Kill Bill Volume 1, Versus - A Ressurreição
No Japão feudal, cansado de guerras, o grande shogun Ieyasu Tokugawa pede a um de seus generais para que treine um grupo de poderosos assassinos para que, no futuro, eles possam deter quaisquer senhor da guerra que se atrever a destruir a (fraca) paz alcançada.
Assim, o ex-general Gessai treina 10 crianças, órfãs devido à guerra, para se tornarem os mais perfeitos assassinos e manterem a paz enquanto que escondidos nas sombras... e, dentre eles, o que mais se destaca é a jovem Azumi, a única mulher dentre todos da equipe.
Azumi é mais um daqueles filmes-baseados-em-jogos-de-vídeo-game, mas se destaca bastante do formato tradicional desse tipo de filme. Pra começar, o filme é mais baseado no mangá que deu origem ao jogo do que no jogo: dá pra notar isso o tempo todo, já que se dá uma importância muito grande aos protagonistas e seus próprios conflitos internos e convivência. A câmera e as tomadas de ação são bem ágeis, chegando em certos pontos do filme a serem (real e propositalmente) vertiginosas, deixando a quem assiste muuuuuito tonto!
O roteiro, como já dito, é muito bem trabalhado, com a personalidade (ou a falta de) de cada personagem sendo bem desenvolvida. A trama se desenvolve bem, e se você assistir ao filme vai com certeza se afeiçoar a algum personagem (e depois até se arrepender... XD), torcendo para que o desenrolar da trama favoreça o personagem.
O final deixa, de maneira bem feita, caminho aberto para o seundo filme: afinal, Azumi é só um prólogo...
Nota definitiva... 4 de 5.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Final Fantasy IV - Jogo (SNES/PSOne/GBA/Nintendo DS)


Abertura do jogo no DS.

Final Fantasy IV: esse sim é o melhor Final Fantasy!
Fontes: o vídeo foi obtido no YouTube, enquanto que as informações técnicas foram retiradas da Wikipédia.
Título original: Final Fantasy IV (também é conhecido como Final Fantasy II nos EUA)
Gênero: RPG
Desenvolvedora e produtora: Square
Ano: 1991 (SNES)
Direção: Yoshinori Kitase
O que você recomenda depois disso? Final Fantasy I, Final Fantasy III, Final Fantasy VI, Final Fantasy VII e Final Fantasy IX
Praticamente todo mundo que joga vídeo-game conhece Fianl Fantasy, mesmo que não goste de RPGs. No entanto, com o passar dos anos, enquanto os gráficos melhoravam, a qualidade dos jogos ia diminuindo (por favor, vão me dizer que Final Fantasy VIII é bom?!). Por isso, posso me arriscar a dizer que a trama, reviravoltas e personagens de Final Fantasy IV agradam até mesmo os mais exigentes nos dias de hoje.
O jogo conta a história de Cecil, um cavaleiro negro que serve ao reino de Baron e comanda o esquadrão de elite Red Wings. No entanto, começa a desconfiar das intenções de seu rei, que começa a ordenar que seu esquadrão recolha os Cristais (que mantém as forças do mundo) custe o que custar, inclusive eliminando pessoas inocentes. Ele resolve se revoltar contra seu soberano ao ser enviado para dar um "presente" à uma vila de Summoners: o tal "presente" destrói toda a vila e mata quase que todos os seus habitantes... e Cecil, revoltado, resolve descobrir o que diabos está acontecendo.
Mas Cecil não está sozinho em sua cruzada. Ele tem a ajuda de Rosa (a quem ama, uma White Mage e arqueira), Kain (o Dragoon, um poderoso lanceiro e grande amigo de Cecil), Rydia (uma Summoner e Black Mage, última sobrevivente da Vila dos Summoners) e muitos outros, cada um deles tendo uma parte importante em sua história.
Yoshinori Kitase sempre quis ser diretor de cinema, e a trama de FFIV representa bem isso. São várias reviravoltas, mas nunca são excessivas a ponto de você não saber mais o que está acontecendo. Os personagens também são cativantes, tendo sua própria personalidade e influenciando os acontecimentos do jogo.
Além disso, FFIV foi um marco na história da série, já que os dois elementos que tornaram a série famosa se apresentaram primeiro nesse jogo: uma grande quantidade de personagens (durante o jogo, você controla um total de 12 personagens!), o Active Time Battle (o sistema que se tornou padrão na série, onde você controla o combate em "tempo real") e as mais variadas habilidades para cada um dos personagens.
Além dessas características, cada uma das versões têm suas próprias particularidades: a do SNES é bem feinha (já que ela foi preparada inicialmente para o NES, o famoso Nintendinho!) mas charmosa; a do PSOne tem os mesmos gráficos do SNES, mas apresenta belíssimas CGs; a do GBA tem belos gráficos e uma série de segredos adicionais; e a do DS foi totalmente refeita em 3D, contando com CGs superiores às do PSOne!
Não importa em que versão você jogue, é um clássico!
Nota definitiva... 5 de 5.

sábado, 21 de março de 2009

O Espetacular Homem-Aranha - Série

O Espetacular Homem-Aranha: tão bom quanto a série clássica!
Fontes: a Wikipédia, como sempre.
Título original: The Spetacular Spider-Man - Animated Series
Gênero: Super-Heróis/Aventura
Com o fim das obras na minha casa e de uma posterior crise de criatividade, finalmente volto a escrever no blog!
Bom, eu sou meio que fão do Homem-Aranha. Sabendo da nova série que estava passando na TV sobre o famoso Cabeça-de-Teia, sabia que podia não ser tão bom quanto a série dos anos 90, mas resolvi dar uma chance.
E deu certo! A série é bem fiel às origens do personagem, mesmo começando com Peter Parker já como o Homem-Aranha. Explicando: a série acompanha as desventuras de Peter Parker como o Homem-Aranha logo no início de sua carreira. Peter ainda se sente culpado pela morte do tio Ben, e tem que dividir seu tempo entre sua vida pessoal e sua identidade secreta, o que acaba mal na maioria das vezes.
E a idéia original do Homem-Aranha era exatamente essa: Peter salvava o dia, mas nem por isso sua vida melhorava diretamente influenciada por isso. Tanto nos quadrinhos antigos quanto na série, as ações de Peter são mal-compreendidas (tanto com quanto sem o uniforme) ou simplesmente levam a desencontros (e encontros) que influenciam suas duas vidas.
Algumas coisas foram mudadas nos personagens: por exemplo, Eddie Brock, na série, é um grande amigo de Peter, e colega de classe. No entanto, isso acabou sendo válido para o teor da série, que se desenvolve num ambiente mais jovem. Essas mudanças também acabaram se extendendo aos vilões, dando a eles uma origem nova (e, às vezes, até melhor que a original) e um bom motivo pra bater no Escalador de Paredes...
Um detalhe que me agradou (mas não à alguns amigos meus) foi o traço da série. Ele é um tanto quanto mais infantil, mas deu uma boa estilizada. O Homem-Aranha pode até ser meio magrela, mas se parece mais com um adolescente que muito personagem de séries que eu vejo por aí, e muitos dos personagens secundários tiveram uma repaginada bem merecida (até a tia May, que não parece tão velha quanto antes!).
Levando em conta que a série é voltada para um público mais jovem (infantil), consegue ainda assim ser interessante para os fãs mais antigos, graças à sua fidelidade à personalidade dos personagens e algumas bem-construídas surpresas. é muito melhor do que produtos derivados de séries de desenhos baseadas em personagens igualmente famosos da Marvel (como X-Men: Evolution), se comparando à série dos anos 90 (que é um clássico) e chegando bem perto da qualidade das séries animadas da DC.
é uma boa diversão, e vale um olhada.
Nota definitiva... 3 de 5.

sábado, 7 de março de 2009

House - Série

House: se você está doente, vai querer ele como médico. Ou não...
Fontes: aquela fonte e o Entenda Cada Lance.
Título original: House, M.D.
Criação de: David Shore
Gênero: Drama/Comédia
Bom, graças à uma obra na sala da minha casa (justamente onde fica meu PC), fiquei um bom tempo sem postar. Mas agora resolvi falar de House com o pouco tempo que tenho.
House conta as doideiras do dia-a-dia do insano (e brilhante) médico especializado em nefrologia e infectologia chamado Gregory House. No entanto, House pode ser chamado de louco justamente por seus métodos nada ortodoxos de diagnóstico e seu vício em remédio de combate à dor (graças a um acidente de moto); além disso, ao contrário da maioria dos médicos, House prefere ficar longe (física e emocionalmente) de seus pacientes: segundo o próprio, isso o ajuda a economizar tempo para resolver os problemas de saúde dos mesmos (o que acaba se mostrando verdade na maioria das vezes!). Outra marca registrada dele é seu eterno mau-humor e falta de noção: mais de uma vez por episódio (!), House acaba fazendo um dos membros de sua equipe passar por alguma humilhação...
Mas não só de House vive a série. Para manter sua cabeça (e seu emprego) no lugar, temos Lisa Cuddy, diretora do hospital e endocrinologista, ex-namorada e (talvez) amiga de House, e James Wilson, melhor amigo do doutor e oncologista. E como nenhum homem é uma ilha, temos os membros da equipe chefiada por House: Robert Chase (que está no grupo por ser facilmente manipulável, especializado em medicina intensiva), Allison Cameron (House admite que a contratou por ser uma mulher atraente!!! É brilhante e trata bem seus pacientes, é imunologista) e Eric Foreman (grande neurologista, contratado por House por ter sido um delinqüente durante a juventude, o que acaba realmente ajudando em alguns casos; se parece mais com House do que gostaria...).
A série tem um esquema básico, onde o "vilão" da semana é sempre uma doença misteriosa, rara ou simplesmente difícil de diagnosticar. Como essa é exatamente a especialidade de House, esses casos sempre caem nas mãos do doutor. Mas se a estrutura é básica, seu recheio não o é: House sempre confronta os seus pacientes com seus próprios erros (apesar de nem sempre funcionar...), apela a métodos de tratamento e diagnóstico anti-éticos e pressiona, humilha e (por que não?) enlouquece seus amigos e colegas...
No entanto, esse é o charme da série!
Fica difícil não assistir até o final de um episódio sequer, afinal, por mais nojenta que seja a situação em que a equipe de House se encontra, sempre nos atiça mais e mais a curiosidade. Outro fator chave na série é o relacionamento de House com as pessoas que o cercam: por mais que House seja anti-social, ele é obrigado a conviver com outras pessoas, e é seu ponto de vista (muitas vezes bizarro, excessivamente sincero e distorcido, além de mau-humorado) que dá o tom à série: se fosse um médico comum resolvendo casos estranhos, não teria a mesma graça.
House é ótimo, então se renda e assista!
Nota definitiva... 5 de 5.